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Por má instalação, TV e geladeira queimaram: ele processou a distribuidora e ganhou a ação

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A Justiça condenou uma empresa de energia a indenizar um usuário em mais de quatro milhões de pesos pela instalação de luzes danificadas em Mercedes. (Foto da Infobae)

O litígio civil e comercial da Mercedes foi decidido Empresa de energia condenada a indemnizar utilizador por danos na sua casa após danos na instalação eléctrica. A ordem impôs uma quantia superior a quatro milhões de pesos, mais juros e renovações.

Na verdade, uma mulher foi a tribunal depois de as reclamações administrativas e extrajudiciais não terem sido resolvidas. Ele relatou, inquilino de uma casa na cidade A empresa instalou um medidor de energia e uma ligação trifásica em sua casa quando você solicitou uma instalação monofásicao que levou a explosões e danos a muitos dispositivos.

Segundo a ação, o incidente ocorreu em junho de 2021, quando o interruptor da casa foi ligado. A explosão, por falta de comunicação, A princípio afetou televisores e geladeiras e, posteriormente, multiprocessadores. O usuário fez a reclamação cabível ao provedor, que enviou uma equipe de emergência. O técnico confirmou que o sistema estava conectado incorretamente, utilizando duas fases em vez de fase e neutro, aumentando a tensão para níveis industriais.

Uma mulher ficou arrasada
Uma mulher sofreu com a destruição de vários eletrodomésticos por falta de energia elétrica fornecida pela prestadora de serviço. (Foto da Infobae)

Documentos judiciais documentaram o processo seguido pelos demandantes: apresentação de orçamento para novos equipamentos, prova de não reparos e documentos comprovando seu emprego e danos. Além disso, confirma-se que a empresa teve conhecimento do erro no correio interno e externo, aceitando a responsabilidade e a necessidade de indemnização.

Durante o processo, A empresa mudou várias vezes de posição sobre a receita. Ele inicialmente prometeu pagar, pedir dados bancários e informações pessoais, mas depois mudou a oferta e se ofereceu para consertar os aparelhos danificados. O usuário discordou, afirmando que os aparelhos não poderiam ser consertados e que não poderiam ser transferidos para a agência.

Devido à falta de uma solução clara, o autor realizou uma mediação que não obteve êxito e ajuizou a ação judicial. O tribunal analisou documentos, laudos periciais e trocas de e-mails entre as partes. A ordem judicial destacou que a empresa aceitou o dano e sua origem na comunicação errada, e demorou a dar uma resposta adequada.

Foi decidido por especialistas oficiais
Os especialistas oficiais decidiram que a empresa conecta duas fases em vez de fase e neutro, gerando uma tensão de 380 volts e danificando eletrodomésticos. (Foto da Infobae)

O electricista nomeado pela Justiça confirmou que a falha na ligação, que fornece 380 volts em vez dos habituais 220 de uma casa, provocou a destruição do equipamento eléctrico, porque componentes que não suportam estresse excessivo.

O custo dos equipamentos envolvidos foi atualizado de acordo com o índice de preços ao consumidor publicado pelo INDEC, com base no orçamento disponibilizado e na capacidade oficial, o que reflete que frigoríficos, televisores e multiprocessadores não estão disponíveis no mercado e não podem ser reparados.

Danos morais também foram considerados pelo tribunal. A decisão levou em consideração as dificuldades, o futuro e o andamento e a falta de equipamentos necessários há muito tempo. Foi definido um valor adicional para este efeito, tendo em conta as alterações do quotidiano do utilizador.

Os documentos incluíam orçamentos, testes
Os arquivos incluíam orçamentos, provas periciais, documentos de danos e e-mails internos nos quais a empresa admitia sua irregularidade e a necessidade de indenização. (Foto do arquivo: MOISES PABLO /CUARTOSCURO.COM)

Quanto à aplicação da multa, o tribunal avaliou os parâmetros da Lei de Defesa do Consumidor e concluiu que ela não cabe neste caso, por não provar comportamento repetido ou a presença de várias pessoas.

A decisão proferida pelo tribunal civil e comercial número 9 de Mercedes, destacou que a empresa não respeita a responsabilidade do prestador de serviço público, tanto em termos de informação como de respeito pelo utilizador, ao não fornecer uma solução clara e razoável em tempo útil. As ações da empresa foram consideradas desarrazoadas, sem explicação e causaram transtornos desnecessários ao reclamante.

A soma do valor definido pelo tribunal chegou a 4.156 mil dólares, valor que deverá ser atualizado no momento do pagamento conforme orientação oficial. Os juros são calculados a partir da data da ação e até a rescisão, aplicando-se 6% ao ano, e posteriormente a taxa máxima de depósito do Banco da Província de Buenos Aires.

O pedido incluiu danos materiais
O acórdão considerou danos materiais e danos morais, acrescentando indenização adicional pelos transtornos e transtornos do cotidiano por falta de equipamentos necessários. (Foto da Infobae)

A decisão condenou a ré ao pagamento do valor no prazo de dez dias após a homologação do cancelamento, com fixação clara do preço. Além disso, afirmou que, em caso de inadimplência, serão cobrados juros e aplicada a taxa mais ativa.

O processo demonstra que o usuário forneceu documentos e provas periciais suficientes para comprovar o dano material e os motivos relacionados à comunicação equivocada. A empresa não conseguiu substituir esses componentes.

A sentença citou a lei e a doutrina nacional, que destacou que o princípio do consumidor deve ser sempre interpretado no interesse do consumidor, especialmente no caso de serviços públicos.

O juiz achou que
O juiz afirmou que a empresa está violando seu dever de prestadora de serviço público ao não fornecer uma solução clara ou explicação adequada em tempo hábil. (Foto da Infobae)

O anúncio foi feito pelo juiz responsável pelo caso Os provedores devem fornecer respostas adequadas e consistentes a reclamações e incidentesevitar atrasos e alterações injustificadas nas condições.

A decisão destacou cada componente da remuneração e como atualizar e calcular os juros, o reajuste na última etapa da mesma autoridade.

O caso envolve disputas decorrentes da prestação de serviços públicos e da responsabilidade da empresa perante os consumidores. O documento servirá de exemplo para ações judiciais semelhantes na região.



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