O secretário-geral do PSOE-M, Óscar López, também ministro da Transformação Digital e Obras Públicas, acusou a presidente da Comunidade, Isabel Díaz Ayuso, de “proteger o arguido e assediar o denunciante” no caso de Móstoles, com a ajuda de “Pili y Mili”, como disse ao partido de Madrid, Alfonso secretário do Serrano, a secretária do PP Madrid, Ana Millan.
López encerrou a Conferência Setorial ‘Feminismo é Igualdade’, organizada pelo PSOE e realizada em Alcorcón. O ministro concentrou-se alguns quilómetros mais adiante, em Móstoles, onde “não pode ser tolerada a continuação do presidente da Câmara, Manuel Bautista (PP), na liderança da Câmara Municipal por mais um dia”.
“A denúncia contra o presidente da Câmara de Móstoles esteve durante dois anos na mesa do presidente da Comunidade de Madrid, que recebeu cinco ou seis emails condenando a situação, mas o que fez foi mandar alguns funcionários irem apagar o email do denunciante.
Mas “o presidente da comunidade de Madrid não acolheu os denunciantes, acolheu o acusado para protegê-lo”. “Madrid não merece um presidente que defenda os acusados e persiga a demandante”, afirmou depois de zombar da “terra da liberdade”, onde “uma vereadora se levanta para quebrar o jogo feminista”.
Acrescentou ainda que “não é aceitável no século XXI que o presidente da Comunidade de Madrid na sede da Assembleia Nacional diga às mulheres para irem a outro lugar fazer um aborto e por isso o registo da oposição, que realmente protege os profissionais”, não será feito.















