Enquanto se travava a Segunda Guerra Mundial na Europa, na esquina de Cartagena, os primeiros patacones eram fritos na fritura mais antiga da cidade, onde El Dane escreveu os passos desta receita caribenha que, depois de oitenta e dois anos, continua a conquistar o paladar com o toque do alho e do inesquecível queijo costeiro – crédito soyeldane1 / TikTooldane
A fritura mais antiga de Cartagena tornou-se o lugar onde El Dane, conhecido por recriar seus destinos e sua culinária, decidiu mostrar aos seus seguidores como preparar o autêntico patacón de Cartagena.
Este local, inaugurado em 1944, tem visto passar gerações mantendo uma receita que muitos consideram património local.
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El Dane exclama: “Seu maluco, é hora de experimentar o patacón original de Cartagena. Será testado em local que é patrimônio da cidade. Está aberto desde 1944. A propósito, quando se travava a Segunda Guerra Mundial na Europa, já se cozinhavam patacones aqui.”
O vendedor, para quem influenciador Batizado como o “cirurgião da banana”, ele explicou o procedimento com inteligência: “O cirurgião inicia a operação na região do peito, depois coloca a friturina e começa a retirar toda a casca.
O processo não termina aí. O patacón, depois de descascado e cortado, é frito duas vezes. O vendedor colocou desta forma: “Então esse patacón vai para outro sistema no laboratório, é dividido, é frito. Depois de frito, é amassado e colocado no suco, o que dá uma graça”.
A chave do sabor de Cartagena se revela em um processo especial. Dane destaca: “Esse é o suco que nosso amigo aqui me disse que é viciante”. O vendedor ainda disse: “A pessoa come um e pede outro”.
O patacón Cartagena, ao contrário de outros tipos da região, leva esse alho e geralmente é servido com queijo costeño, ingrediente típico do Caribe colombiano.
Dane explicou: “O patacón aqui é preparado com dois queijos costeños. E o salchichón, que não sei como vocês chamam no seu país, aqui chamam de salchichón e acho que em todos os outros lugares se chama salchichón. O patacón está mudando de nome, pessoal. “Cada região, cada país tem um nome diferente para o patacón”.

Ao experimentar a receita, o influenciador Ele não escondeu o entusiasmo: “Hoje não estamos saudáveis, hoje estamos muito gordos. Vamos ver se comer patacón é diferente do que estou acostumado, pessoal.
E deu a ordem: “Sim, faz sentido”. Este patacón não só é cozido, mas tem um toque secreto: o alho. Não muito alho, o suficiente para matar o Drácula, claro. É como um pequeno toque, muito curto, sutil, mas direto ao ponto.”
A textura e o sabor, segundo sua experiência, fazem a diferença: “Vamos ver, opa, parece, a verdade é… Sim, sim, tem um toque disso.
Na prova, o queijo do litoral destacou-se pela primeira vez: “Vamos juntar com o queijo daqui. Este queijo costeño é menos salgado do que qualquer queijo costeño que já provei. Sim, de fato. Parece um queijo um pouco mais gordo, com uma textura diferente. Não, sim, é muito diferente. Aquela gordura do patacón com aquele queijo parece nota 10.”

Nas redes sociais, a publicação gerou debate sobre queijo e astrologia. Alguém destacou: “O verdadeiro queijo costeño não é salgado, o que acontece é que em Bogotá e outras cidades fora do litoral se vende queijo salgado como queijo costeño”. Outro usuário brincou: “O chapéu do homem parece um borojó! Com aquela rede arrastão”.
Outros comentários destacaram ingredientes e técnicas: “O patacón de banana com alho e talvez com suco de cebola é uma vagem de outro nível” e “Depois de assistir ao vídeo, acho que o segredo é fritar em óleo de motor”. Um internauta concluiu: “O petróleo também parece preto desde 1944”.
O patacón Cartagena, feito de banana verde cortada em rodelas grossas, é o único que é frito duas vezes, em água com alho e com queijo costeño. Esta receita pode variar: às vezes é servido “pisao” (grande e fino) ou recheado com carne e molho, de acordo com o gosto e tradição da cidade.















