Depois de apresentar o relatório sobre estratégia de busca e localização de pessoas desaparecidas no Méxicoanunciado na conferência do presidente Claudia Sheinbaum Na manhã daquela sexta-feira, 27 de março de 2026, o representante Kenia López Rabadán Ele pediu uma explicação sobre como os dados publicados foram obtidos.
Ele achou necessário apresentar os dados, porque estão trabalhando há vários meses: “Acho que seria muito bom se o executivo federal apresentasse o relatório sobre a estratégia de busca e localização de pessoas desaparecidas. Há meses que espero por este relatório e agora sinto que tenho que descobrir“.
O procedimento incentiva a exposição pública
O vice-presidente solicitou os procedimentos utilizados para denunciar pessoas desaparecidas serão tornados públicos. Ele enfatizou que esta ação proporcionará seguro para famílias que procuram parentes e permite-nos avaliar se as autoridades estão a realizar pesquisas adequadas.
López Rabadán observou isso, de acordo com a última visita do Comité das Nações Unidas contra os Desaparecimentos Forçadosimunidade nesses casos mais de 99 por centoo que demonstra falta de responsabilização.
O legislador também destacou a precisa saber a ação pretendida para obter dados suficientes que permite avançar na localização do 46.742 pessoas estão desaparecidas. Ele enfatizou que apesar da magnitude do caso, ele existe oito mil oitocentos e sessenta e nove diretórios de pesquisa abertos.

O registro oficial data de 1952
Do Palácio Nacional está confirmado que no México existe 132 mil 534 pessoas desaparecidas, um facto que preocupa grupos e organizações, que têm alertado até seis anos Andrés Manuel López Obrador sobre algumas das ações do governo para resolver o problema.
O recorde entre 1952 e 2005 foi 2 mil 356 pessoasdesde o mandato de seis anos de Felipe Calderón até agora, foi registrado 130 mil 178 pessoas estão desaparecidas.
Os dados levantaram alarme sobre a abdicação de responsabilidade do Governo, por não encontrar 46.742 pessoas devido à falta de um diretório de pesquisa inicializado, porque quando o relatório é feito os dados ficam incompletos.
A falta de dados não deve ser um obstáculo
Segundo o governo, na altura em que cada um destes casos foi denunciado, não foram fornecidos documentos como nome, sexo, data de nascimento, contexto do desaparecimento, data ou local de ocorrênciaonde não é possível abrir uma pasta de pesquisa.
Por isso, os órgãos governamentais salientaram que o que foi dito na conferência no palácio nacional enfrenta dificuldades jurídicas, porque “o estabelecimento do registo de pessoas que não se encontram na existência da pasta é recompensar o fracasso institucional“.
Também garantiram que o Ministério Público deverá abrir processo de investigação a esse respeito Lei Geral 2017:
“O principal obstáculo não é a ausência de leis, mas as más práticas, a corrupção e a negligência legal por parte dos procuradores”.















