A Rádio Caracol, do grupo Prisa Media, informou que recebeu uma denúncia anônima sobre atos de assédio sexual que parecem ser do diretor do atual serviço de notícias.
Em comunicado divulgado pelo jornalista Norbey Quevedo, a empresa anunciou que, em cumprimento à Lei 2.365 de 2024 e à sua política interna, a reclamação “estarão sujeitos a procedimentos apropriados, independentemente da sua natureza anônima“.
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No comunicado, a empresa reconheceu a gravidade do incidente relatado e explicou que “a responsabilidade por tais ações, se houver, não recai sobre as vítimas e que A CARACOL SA não tolerará comportamentos que violem a dignidade e os direitos fundamentais dos trabalhadores, caso sejam demonstrados.“.
Os meios de comunicação acrescentaram que as comunicações internas foram mantidas confidenciais e que todas as garantias estabelecidas na legislação em vigor, incluindo o devido processo e a protecção das pessoas afectadas, serão respeitadas.
Ativação de protocolos internos

Como medida imediata, a estação informou que ordenou a activação do sistema interno de tratamento de denúncias de assédio sexual, o que exige o início formal da investigação que será realizada para verificar as informações prestadas e recolher as provas necessárias. Esta empresa confirmou que isso será feito com estrito armazenamento e confidencialidade e respeitando as exigências de todas as partes..
Além disso, confirmou que de acordo com o artigo 13 da Lei 2.365 de 2024, as pessoas que se consideram vítimas têm direito à garantia de proteção, que inclui atendimento emocional e psicológico por meio da ARL, bem como confidencialidade e não conflito; e disse que prestará apoio a quem o solicitar durante o processo.
Da mesma forma, a emissora lembrou que as referidas vítimas Eles têm autoridade para ir ao Ministério Público para apresentar as acusações criminais relevantes.como ferramenta adicional e independente nos procedimentos internos da empresa.
Declaração Corporativa de Reclamações

Em comunicado datado de 27 de março de 2026, e também tornado público pelo jornalista Norbey Quevedo, Rádio caracol explicou Até o momento, nenhum funcionário ou parceiro foi sujeito a ação legal ou investigação por assédio sexual..
O documento indicava que os e-mails anônimos motivaram a ativação de protocolos para verificação das informações recebidas, isso não significa abertura de investigação oficial, e sempre respeita os direitos dos colaboradores envolvidos.
Como primeiro passo, houve um diálogo afirmando que era necessário ter ferramentas de evidência para verificar se há uma razão para avançar com a açãogarantir que os procedimentos sejam realizados em estrita confidencialidade, confidencialidade e devido processo.
Além disso, a empresa reafirmou seu compromisso com um ambiente de trabalho respeitoso e seguro, livre de qualquer forma de assédio ou discriminação, bem como com total respeito ao devido processo legal e aos direitos de seus colaboradores.

Rádio caracol disse que, para prosseguir com a investigação, solicitar permissão para exibir as declarações contidas na comunicação anônima para serem apresentadas como provaa ser apresentado ao diretor nomeado. A empresa determinou que esta autorização é necessária para evitar a violação dos direitos das partes e para garantir a eficácia dos processos internos.
O mecanismo interno ativo busca garantir que a ação subsequente seja baseada em informações verificadas e em um método que respeite a legislação vigente, garantindo a proteção de quem denuncia os fatos e dos funcionários investigados.
A empresa destacou que estas ações estão enquadradas na política institucional e nas normas legais que regulam o processo de tratamento de denúncias de assédio sexual, garantindo-o. Todas as etapas do processo são realizadas de acordo com as condições de confidencialidade e respeito pelos direitos fundamentais..















