Foi uma operação conjunta da Polícia de Buenos Aires e das forças de Buenos Aires. Confiscaram seu celular, que será analisado pelo Ministério Público2
Chantal Leclercqpseudônimo “Tati”, residente do terceiro ano do Hospital Rivadavia ligada ao escândalo pelo suposto festa propofolfoi atacado na manhã da última quarta-feira. Um comando duplo composto pelo Tigre Sub DDI e pela polícia municipal Ele entrou em sua casa em Santa Bárbara. Lá levaram um celular e um iPad, que serão examinados pelo DATIP, ala especializada do Ministério Público.
A busca foi solicitada pelo juiz Santiago Bignone, no âmbito do caso de morte duvidosa que investiga a morte de seu amigo Alejandro Salazar, encontrado morto em 20 de fevereiro em seu apartamento na rua Santa Fé, com uma estrada ligada à perna direita. em casa propofol e midazolam foram encontradosconfirmado por uma fonte de alto escalão sobre o assunto para Infobae.
O pedido de execução hipotecária de Bignone ao Tribunal de Seguros nº 5 de San Isidro continha esses materiais, bem como todos os dispositivos eletrônicos. Porém, nenhum remédio foi encontrado na casa. Leclercq, ao chegar ao local, colaborou com o procedimento.
“Tati” foi acusada no caso? Os registos da morte de Salazar no sistema do Departamento de Justiça nenhum réu ainda foi encontrado. Os registros policiais daquele dia o marcaram como “conhecido”. A leitura da petição, por um policial de Buenos Aires, não o acusou de nenhum crime.
Este jovem médico se envolveu na trama deste caso quando foi mencionado pelo chefe do hospital Rivadavia sobre a denúncia feita por AAARBA, associação de anestesiologistas de Buenos Aires, ajuizada na Justiça nº. 47 de Javier Sánchez Sarmiento. É por esta razão que investigamos o Foi relatado que remédios foram roubados do Hospital Italiano, onde trabalhou Delfina “Fini” Lanusse, intimamente relacionada com Leclercq.
Assim, após ouvir seu depoimento, a AAARBA o incluiu na ampliação da denúncia.
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