Este é Charlie e a Fábrica de Chocolate: o ataque musical ao Gran Rex com pura magia, doces e canções.
Na rua, um cenário coberto como uma antiga fábrica irrompeu na vida da Rua Corrientes. Enquanto os taxistas paravam para assistir, uma multidão de fãs fazia fila esperando a mágica começar. Da cabeça aos pés, o Teatro Grand Rex vestes roxas e douradas, com retratos de Willy Wonkarealizado por Agustín Rada Aristarándetém o famoso bilhete dourado que permite o acesso ao seu mundo.
Quando o relógio marca 18h15, o show começa sob o pôr do sol de Buenos Aires. Uma trupe de fotógrafos, de chapéu, óculos escuros e câmeras antigas, colore o cenário enquanto dois locutores anunciam do palco: “Chegou o grande dia, estamos aqui para presenciar a chegada dos cinco portadores de ingressos que ganharam sua viagem ao paraíso do chocolate”. Logo em seguida apareceram os rostos de Augustus Gloop, Violet Beauregarde, Mike Teavee e Veruca Salt.
Após a apresentação, um velho conversível estacionou no meio de Corrientes. No banco do passageiro, Rada se destaca com chapéu verde, óculos e jaqueta roxa. “Atrás desta porta milhares de surpresas vão acontecer, mas é preciso acreditar para ver. Prepare-se, seja bem-vindo à minha companhia”, disse Aristarán, no lugar de Wonka.
Uma vez dentro do teatro, o participante recebe Programa de televisãoestá pronto para falar sobre os detalhes da obra que estreia no dia 4 de junho e porque é um sonho fazer parte da obra.
O ator conversou com o Teleshow sobre a estreia de Charlie e a Fábrica de Chocolate
O primeiro a abrir a peça é Agustín Aristarán, que se emociona ao saber que a estreia não está longe. “Não diga que está chegando, Deus. Porque temos muito o que repetir. E claro que há nervosismo, é melhor. Nervosismo é necessário, é o motor para ligar essa máquina de bobagens. O que você vai ver é um inferno, é divertido.”
Ao lado dele, Dante Barbera, uma das crianças que interpreta Charlie Bucket, o ator, conta como notou Rada no último ensaio. “É bom. Agora sinto que o conheço mais, então sinto que desta vez ele está muito feliz, você diz. Vejo que você está muito feliz”, disse o jovem de 13 anos.
A atriz e o menino mantiveram um vínculo estreito, desde que seu destino foi dividido Matilde sim Escola de Rock. “Este é o nosso terceiro jogo juntos. Dante me substituiu no programa, em mais um Dia Perdido. Dividimos um corredor na Envidiosa. Porque você está no quarto e eu no terceiro. Mas aqui vivemos algo extraordinário. É incrível, uma história muito boa para contar. O que você vai ver é um delírio. Mudaram o peso do Gran Rex para que ele aguente tudo.”
Ao serem questionados sobre qual foi o momento mais marcante do jogo, Dante destacou: “E já estou muito interessado em como eles fazem o elevador. O vôo. Há pouco tempo já conhecia o elevador e já estava entusiasmado com o futuro. Já queria começar a brincar com o personagem, conhecendo-o bem.”

Por fim, Aristarán comentou se se sentia como um dos personagens da peça: “Com ele, com Charlie. Um sonhador, um sonhador mesmo, mas segue sua paixão, porque adora chocolate.
Uma das vencedoras desta estreia é Mery del Cerro, que fará o papel da Sra. Bucket, mãe de Charlie. A modelo usou vestido longo, calça e jaqueta branca. Num passo engraçado, ele relacionou sua aparência com o trabalho: “Sou fã de chocolate branco. É isso que faz o look. Mas também chocolate com menta, com laranja, ou com morango, que não é tão comum, gosto de todo tipo de combinação com frutas.”
“Estamos nos preparando para nos apresentar, essa música vai ser uma loucura. Quando confirmaram que eu estava lá, não pude acreditar, ainda não consigo acreditar quando pratico e vejo o nível de talento que existe”, disse este ator.
Por sua vez, Mateo Argibay relembrou como conheceu esta história e destacou a sua versão preferida. “Tim Burton. Eu vi quando era pequeno. E então quando descobri sobre o elenco, comecei a assistir o tempo todo, sabendo para qual personagem eu iria fazer o teste”, disse o garoto de 14 anos que também interpreta Charle.


Neste contexto, del Cerro explicou como partilhou esta história com a sua família: “A que vi foi a de 2005. Vi-o muitas vezes e vi-o com Mila e Cala, que não o tinham visto naquela altura.
Um dos que não esconde o entusiasmo é Sebastián Almada, que interpreta o avô de Charlie. “Quando eu era jovem, vi o primeiro com Gene Wilder, ele era meu comediante favorito, e adorei a história. E quando ele me chamou para fazer esse musical, quase morri. Era meu sonho quando era jovem, entrar na companhia. Queria o bilhete dourado. Agora tenho que interpretar um avô, viver com filhos e voltar a ser criança”, disse o ator.
Depois Almada apontou para a sua personificação do Avô Zé, que surpreendeu mais de um dos atores: “Não sei, a ideia é essa”. Por sua vez, Juan Martín Flores, que também interpreta Charlie, enfatizou: “A primeira vez que o vi, ele tinha barba e tudo e eu não o reconheci”.


A artista riu e lembrou como era naquela época: “E tinha muitas crianças do elenco que não me viam, porque são quatro crianças.
Outra chave desta história são os pais das crianças que acompanham Charlie em sua visita à fábrica. “Nós somos os chocopapis”, diz Denise Cotton, que interpreta a Sra. Gloop, referindo-se ao grupo que inclui Marcelo Albamonte (Sr. Beauregarde), Dolores Ocampo (Sra. Teavee) e Sebastián Holz (Sr. Salt).


Sobre a semelhança dos filmes, Ocampo destacou: “Há uma diferença na história que todos conhecem.
Nesse sentido, Albamonte falou sobre os desafios que enfrentou ao publicar esta história: “O maior desafio é expressar tudo o que as pessoas têm na imaginação sobre o que veem, o que certamente conseguiremos (risos).
Concluindo, Cotton falou sobre seu papel de mãe na história e expressou a semelhança com a realidade: “Eu, como mãe, me sinto ligada a vários de nós. Fiquei surpreso com o que tive que fazer, porque você vê isso como ator, às vezes isso te toca, às vezes não. Matilde sim Escola de Rock “Eles são uma bomba, vamos mais longe.”
Crédito: RSPHOTOS















