A chegada de Eduardo Coudet o Rio da Prata despertou a investigação de André D’Alessandroque dividiam o vestiário e o campo ou no milionário como em Inter de Porto Alegre com o atual treinador. O ex-jogador de futebol descreveu a primeira semana de É isso liderar a equipe de entrevistas do programa F90 Nova Iorque ESPN.
D’Alessandro enfatizou Coudet então adapte. “O clube sabe, mas a primeira coisa que procura é o produto que o River precisa para funcionar melhor”.. Achei compatível com players e Ele tinha uma opinião diferente e um dia deixou claro, depois do jogo, que gosta de jogar com dois atacantes.“, disse este ex-jogador de futebol Porco Ele explicou que os técnicos muitas vezes escolhem esta estratégia 4-1-3-2priorizando a presença de ataques na área e a intensidade do seu time.
Falando sobre sua passagem pelo Inter sob o comando de É issodisse D’Alessandro:É exigente e intenso. Eu também estava ocupado com ele, não joguei porque quando ele veio me disse que daquelas três linhas ele gosta de um jogador forte, para frente e para trás. Claro Eu não concordava com ele, mas tínhamos amigos, então era difícil não concordar.. Mas eu o respeitei como treinador“, admitiu o jogador que atuou na categoria inferior do River.
“Eu não estava bravo com ele por não jogar. Uma vez eu estava no banco e ele me ligou faltando um minuto. Digitar. Era o capitão, tive que entrar, mas depois conversei com ele sobre isso. Acho que nem toquei na bola.“, disse o ex-meio-campista.
Apesar destas circunstâncias, D’Alessandro destacou a atitude Coudet Sobre o seu trabalho como diretor técnico: “Não fiquei surpreso com o significado do treinador dele porque ele falava muito de futebol, dava ordens, armava para você. Como jogador ele também tinha muita qualidade e jogava muito bem.. Bem, fiquei surpreso com o estilo dele. A forma, o rigor, a intensidade, a disciplina“.

Após sua aposentadoria como jogador D’Alessandro ocupou um cargo de gestão lá Cruzeiro f Internacional de Porto Alegre, onde permaneceu até o final de 2025. Também ficou na memória a história do jogo característico do ex-jogador, de 44 anos, “la boba”, que teve Coudet como protagonista em seu batismo. “Ele disse estúpido, estúpido e deixe-o ser estúpido. ele É isso Eu tive esses eventos“, lembrou o ex-medalhista de ouro do futebol Olimpíadas de 2004.
Na análise de jovens talentos, D’Alessandro concentre-se na projeção de Franco Mastantuono sim Cláudio Echeverri. Ele comparou a situação dos dois jovens jogadores à dos futebolistas brasileiros que muitas vezes migram precocemente. “Se o Real Madrid vier e marcar 50 gols… ser um jogador… Você está dando o primeiro passo rumo à Europa em um dos melhores clubes do mundo. Depois disso, você tem tempo para descer”, disse ele.
*A opinião de D’Alessandro sobre o atual caso Mastantuono
O ex-meio-campista destacou que a pressão sobre Mastantuono Isto é enorme, especialmente considerando o contexto da sua chegada a um clube como o Real Madrid. Segundo D’Alessandro, “Uma das melhores músicas do River”. “Ele mostrou grandes coisas em sua curta passagem pelo River, como colocar o time sobre os ombros jovens, jogar na Primera River, o que não é fácil, e marcar gols de classe regular”.
Para D’Alessandro, “Não é fácil mudar para o Real Madrid, porque não querem saber se ele tem 17, 18 ou 19 anos. Você tem que entrar e provar isso“Ele também considerou a possibilidade de Mastantuono no Mundo o que, na sua opinião, Dependerá da sua continuidade com a equipe que disputa o campeonato espanhol. “Ele tem que jogar. Na verdade, ele brinca um pouco. É uma prática normal, mas acontece que a Copa do Mundo é daqui a dois meses“, explicou ele.

No final de sua declaração há ESPND’Alessandro não hesitou em sair Lionel Messi como “o melhor da história“Ele destacou a capacidade do Rosário de manter atuações marcantes ao longo dos anos, consideradas as mais altas já vistas no futebol.
Andres D’Alessandro primeiro na camisa RIO em maio de 2000, aos 19 anos, e foi fundamental na conquista do torneio Clausura em 2000, 2002 e 2003. Depois da passagem por Núñez, seu talento o levou a clubes europeus como Wolfsburgo, Portsmouth sim Saragoça Reale brilhou na América do Sul São Lourenço e Inter de Porto Alegre, onde somou dez títulos, incluindo Copa Sul-Americana e o Copa Libertadores. Além disso, ele apresentou o Seleção argentina quem conseguiu o Copa do Mundo Sub-20 em 2001.















