Cidade do México, 14 de abril (EFE).- A autoridade aeronáutica mexicana decidiu suspender temporariamente o Certificado de Operador Aéreo (AOC) da companhia aérea Magnicharters, que no dia 11 de abril interrompeu secretamente os voos programados para as próximas duas semanas.
Além disso, devido à conhecida falta de competências financeiras, pode ser visto como um risco para a segurança no emprego.
Em comunicado divulgado pelo Ministério das Infraestruturas, Comunicações e Transportes (SICT), através da Agência Federal de Aviação Civil (AFAC), afirmaram que darão à empresa um prazo para “apresentar um plano de constatações e garantir o cumprimento das condições necessárias para uma operação segura”.
“Se não for comprovada a solvência exigida, o título da concessão e o AOC serão totalmente cancelados, o que significa a cessação definitiva das suas atividades comerciais”, afirma o artigo.
A AFAC afirmou que desde Janeiro passado realiza uma auditoria técnico-administrativa (VTA) nas Magnicharters, de acordo com o artigo 84.º da lei da aviação civil, que incluiu pesquisas e relatórios.
Nesta verificação “foi explicado que seguiram todas as medidas de segurança para a operação da aeronave, no entanto foram solicitados a resolver a análise financeira e a comprovar a solução”.
A Magnicharters, especialista em voos charter e pacotes de férias, informou no passado sábado que “devido a problemas logísticos”, os voos programados para as próximas duas semanas não se realizarão.
Em comunicado, a empresa anunciou que agora busca uma solução para a situação.
No texto da empresa, o público foi informado que “devido a problemas logísticos, os voos programados para as próximas duas semanas não serão possíveis”.
“Informamos aos nossos clientes que estamos lidando com esta situação resolvendo-a”, acrescentou.
A companhia aérea, fundada em 1994, disse “lamentar profundamente esta situação”, embora não tenha dito quantos passageiros foram afetados pela decisão, ou como cobriria o potencial impacto económico nos seus utilizadores.
A frota da empresa inclui 12 aeronaves Boeing 737 que conectam a Cidade do México e Monterrey com destinos turísticos como Puerto Vallarta, em Jalisco; Huatulco e Puerto Escondido, em Oaxaca; Cancún e Riviera Maya, em Quintana Roo; e também Mérida, em Yucatán. EFE















