Madrid, 26 abr (EFE).- A porta-voz do PP no Congresso, Ester Muñoz, enviou uma carta de reclamação à Junta Parlamentar, para acusar o grupo socialista e o Governo de “mentiras, falsas acusações, distrações e insultos” na última reunião plenária.
No documento, na sexta-feira e entregue aos jornalistas no domingo, Muñoz recordou que o grupo PSOE apresentou duas denúncias em outubro e outra em fevereiro pelos mesmos motivos, mentiras, falsas acusações, interrupções e insultos, dirigidas contra o grupo PP.
É por isso que agora, explicou Muñoz, o faz de uma forma diferente, com base nas atas da sessão plenária de 21 e 22 de abril, que incluem “mentiras descaradas”, como quando a socialista Carmen Castilla disse que o PP votou contra a avaliação das pensões, ou quando o primeiro-ministro Óscar Puente apontou que o parlamentar que o antecedeu não deu explicação. Loza Angrois, quando apareceu na comissão.
Como acusação falsa, apontou a de outro ministro, Félix Bolaños, de que as pessoas em situação ilegal não terão direito a cuidados ou serviços, depois do acordo entre o Vox e o PP, ou a do ministro dos Negócios Estrangeiros, José Manuel Albares, perguntando-lhes quando condenarão a violência de Israel.
Muñoz também reclama da interrupção da sessão pelos deputados socialistas, refletida na ata, e também, sobre os insultos, diz que Puente descreveu três vezes os deputados do PP como maus e miseráveis.
O porta-voz do parlamento do PP pede à Mesa que envie a sua queixa ao líder do grupo socialista, para que os seus membros evitem as mentiras, falsas acusações, interrupções e insultos, e pede também a demissão da presidente do Congresso, Francina Armengol, porque “está ligada à alegada conspiração”, porque teve que testemunhar em Koldo. EFE















