A situação em que os cidadãos peruanos são recrutados para participar na guerra entre a Rússia e a Ucrânia levou a uma resposta oficial do Governo peruano e expôs cadeia de reclamações da família que procuram informações sobre seus entes queridos. Em comunicado divulgado em 28 de abril de 2026, o Ministério das Relações Exteriores do Peru detalhou as ações tomadas em resposta à situação.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros informou que o Diretor-Geral da Europa convocou a Presidência dos Negócios Estrangeiros. Embaixada da Rússia em Lima com o objetivo de lidar situação dos compatriotas afetados. Durante a reunião, uma lista de peruanos registrados foi entregue às autoridades russas informações de emergência sobre sua situação, localização e condição médica.
“Da mesma forma, foi oficialmente informado que, de acordo com a Constituição peruana, todo peruano deve solicitar autorização prévia do Ministério das Relações Exteriores para servir nas Forças Armadas estrangeiras”, afirma o comunicado.
O anúncio também lembrou que, de acordo com a Constituição peruana, todos os cidadãos devem solicitar autorização prévia do Ministério das Relações Exteriores para servir no exército estrangeiro. Assim, a Embaixada do Peru em Moscovo foi instruída a reforçar as relações com as autoridades russas para tratar deste assunto.
Além disso, o Ministério das Relações Exteriores convocou os representantes do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério do Interior, da Polícia Nacional do Peru, do Ministério da Defesa Nacional e do Ministério do Trabalho. O objetivo incluindo a coordenação de ações em resposta a reclamações apresentados por parentes no país. Nestas condições, foi criado um Grupo de Trabalho ad hoc para investigar o que poderia ser feito crimes como o tráfico de seres humanos e o contrabando. Foi também lançada uma campanha de comunicação multissetorial para alertar sobre os perigos da participação em conflitos armados no estrangeiro.
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