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Iván Cepeda defende o diálogo com o ELN e propõe um acordo nacional para combater a violência, o tráfico de drogas e a corrupção

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Iván Cepeda apresenta uma mesa de debate nacional que reúne diversos setores sociais e políticos. – Crédito Catalina Olaya/Colprensa

O candidato presidencial Iván Cepeda anunciou em entrevista Notícias RCN que a solução do conflito armado no país requer um acordo nacional e a continuação das conversações de paz com o ELN e outros atores armados. Cepeda confirmou que, caso seja eleito Presidente, priorizará o diálogo entre todos para resolver os problemas estruturais do país, como a violência, o tráfico de drogas e a corrupção.

Durante uma entrevista com José Manuel Acevedo, Cepeda explicou que a ideia de um acordo nacional não é nova, mas sim um desejo histórico da sociedade.. “É um conflito importante que inclui a busca de uma solução comum e interativa para os grandes problemas estruturais do país”, afirmou o senador. Entre as suas prioridades estão a paz, a segurança, o tráfico de drogas, o desenvolvimento territorial e a corrupção, além do fortalecimento da democracia participativa.

Como explicado por Notícias RCN, Os candidatos sugerem que o acordo nacional inclua todas as áreas estratégicas do país. Estes incluem movimentos sociais, o sector empresarial, associações económicas, partidos políticos e o sector académico. “Está alinhado com a agenda simples, tratando-a através do diálogo e chegando a um acordo”, explicou.

Iván Cepeda defendeu a continuação do diálogo com o Exército de Libertação Nacional (ELN) e indicou que a política de paz inclui todos os intervenientes armados. “Continuarei a apoiar as conversações de paz, incluindo as conversações com o ELN”, disse ele. Para os senadores, o diálogo deve ser a base de qualquer solução duradoura e deve ser verificado se não há consenso na mesa de negociações.

Quando questionado sobre o potencial dos constituintes, Cepeda confirmou que este procedimento está previsto na Constituição e pode ser solicitado por cidadãos ou atores de instituições públicas. Mas insistiu: “O melhor é encontrar um consenso, um acordo, e é esse o caminho que vou seguir”.

O candidato presidencial admitiu que a Colômbia enfrenta uma crise de confiança nas suas instituições e sublinhou a necessidade de fortalecer a democracia participativa.. Entre as suas recomendações, a sociedade civil e o sector económico têm destaque na tomada de decisões. “Como fazer da nossa democracia uma democracia participativa, como resolver o problema financeiro, por exemplo”, disse durante a entrevista.

Em relação ao atual governo, Cepeda defendeu a posição democrática do presidente Gustavo Petro, lembrando que ele respeitava a constituição e a lei. “O presidente Petro é acima de tudo uma democracia, quero deixar isso claro”, afirmou, acrescentando que mesmo os seus adversários não poderiam apontar a violação do sistema democrático por parte do presidente.

Durante a entrevista, o jornalista José Manuel Acevedo levantou a possibilidade de críticas à administração presidencial, especialmente o conflito com o Tribunal Constitucional e a recolha de assinaturas para possíveis reformas. Sobre isso, Iván Cepeda reconheceu a existência do debate e da propaganda num mundo democrático, mas reiterou que a forma de resolver as diferenças deve ser o diálogo.

“Quem está criticando quem é uma boa pergunta, porque claro que não foi só o presidente quem os criticou, mas também houve uma campanha, e uma campanha suja, para tentar de todas as formas derrotá-lo na arena política. Notícias RCN.

O diagnóstico de Cepeda inclui a identificação de cinco ou seis grandes problemas para a Colômbia, incluindo violência, insegurança, tráfico de drogas, corrupção e reformas sociais pendentes. “Talvez a lista possa ser reduzida a cinco ou seis grandes problemas. Penso que incluem o problema da violência, da paz, da paz, o problema do tráfico de drogas, o problema do desenvolvimento territorial e da reforma social, a situação da corrupção ou da corrupção massiva no país”, disse.

Este senador enfatizou que só existe um acordo entre os atores sociais e políticos para enfrentar esses desafios. “Se houver vontade e consenso no país para que os sectores que estiveram envolvidos em muitas disputas, lutas, conquistas históricas por vezes, encontrem uma solução”, disse.

Iván Cepeda garantiu que o seu compromisso com o diálogo será mantido e desejou que, Caso seja eleito no primeiro turno das eleições presidenciais, convocará todos os setores para montarem uma mesa de consulta. “A forma de diálogo é adequada e é isso que farei o mais tardar no dia 1 de junho”, disse este candidato.



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