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Donald Trump diz acreditar que haverá um acordo com o Irão “na próxima semana”

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O presidente dos EUA, Donald Trump, fala ao telefone ao deixar a Casa Branca em direção ao Trump National Golf Club em Sterling, Virgínia, EUA, 31 de maio de 2026. REUTERS/Aaron Schwartz

O presidente de EUA, Donald Trumpgarantiu esta segunda-feira que existe a possibilidade de um acordo com Irã para acabar com a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz durante a próxima semana. Na declaração na cadeia ABC Notíciaso presidente disse que as negociações “pareciam boas” e observou que um acordo poderia ser alcançado “na próxima semana”.

O anúncio de Trump ocorre apesar disso, segundo a embaixada iraniana Tasnim, Teerã encerrou a discussão com Washington em retaliação ao ataque israelita a LÍBANO. O presidente norte-americano admitiu que houve “pequenos problemas” nas negociações, mas disse que foram resolvidos “muito rapidamente”.

Trump explicou que conversou com o primeiro-ministro israelense, Benjamim Netanyahue laços incomuns com grupos xiitas Hezbolácom o objectivo de manter o cessar-fogo no Líbano e facilitar o progresso das conversações de paz com o Irão. Conforme noticiado na rede social Truth, Netanyahu concordou em não enviar tropas para lá Beirute e o Hezbollah concordou em cessar os disparos contra o território israelense. “Vamos ver quanto tempo dura; que seja para sempre!” disse o presidente.

A postura optimista de Trump contrastou com os relatos dos meios de comunicação iranianos, que relataram uma falta de negociações na sequência de uma escalada dos ataques militares israelitas no Líbano. A escalada viola um cessar-fogo em vigor desde Abril e põe em risco uma ronda de conversações de paz marcada para terça-feira em Washington entre o governo libanês e responsáveis ​​norte-americanos, uma medida que o Hezbollah rejeitou.

O próprio Trump reconheceu que o progresso rumo a um acordo não será fácil. “Isto não é uma coisa simples. Estamos falando de um país grande, com um ódio enorme.”anunciou o ABC Notícias. Acrescentou ainda que o processo também não é fácil para os Estados Unidos, embora tenha garantido que está a conseguir o que considera necessário.

Um homem atravessa a rua perto da Praça Enghelab, em Teerã. (Arash Khamooshi/Polaris para o New York Times)
Um homem atravessa a rua perto da Praça Enghelab, em Teerã. (Arash Khamooshi/Polaris para o New York Times)

O Presidente norte-americano anunciou que o memorando de entendimento para reabertura do Estreito de Ormuz ainda não foi assinado, porque “há outros pontos” que continuam por resolver. No entanto, insistiu que as conversações com a República Islâmica do Irão continuariam “a um ritmo rápido” e disse que um acordo de paz poderia ser “melhor do que uma vitória militar”.

O ataque ao Hezbollah, aliado do Irão, e as tensões na região ameaçam não só o diálogo entre Washington e Teerão, mas também a reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio mundial. COMBUSTÍVEL. Há várias semanas que os dois lados trocam projetos de um acordo que poderá pôr fim à guerra iniciada em fevereiro e permitir a harmonização do tráfego marítimo.



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