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2-0. Chelsea aproveita os erros do Brentford

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NADA É LEVE

Editor de Esportes, 17 de janeiro (EFE) .- O Chelsea não precisou mais do que habilidade para vencer o Brentford, pois bastou para marcar João Pedro e aproveitar os erros do adversário, tanto no ataque quanto na defesa, principalmente no pênalti que fez o placar 2 a 0 na transferência e nas duas estupidezes do goleiro Kelleher.

O suficiente para a primeira fase do novo projeto de Liam Rosenior, que exige mais futebol e mais soluções à medida que avança o seu percurso na primeira época de adaptação e desenvolvimento da sua nova equipa, mas o mais importante é vencer, porque fortalece a confiança dos seus jogadores, mas acima de tudo dá-lhe tempo para trabalhar as suas ideias.

Existem arestas. A dois pontos da vaga para lutar pelo campeonato da Europa “Liga dos Campeões”. A vitória após cinco dias sem derrota é a chave. Chegou a ultrapassar o Brentford na tabela, que venceu quatro dos últimos cinco jogos até chegar a Stamford Bridge, o que poderia ter sido mais merecido, mas nada aconteceu.

Batendo no futebol. A diferença entre a vitória do Chelsea e a derrota do Brenford. Entre a má escolha de Kevin Schade em tudo o que favoreceu com Rober Sánchez ou o remate de Jensen ao fundo do poste e o sucesso de João Pedro, que controlou pela direita e lançou com a esquerda o golo que colocou o Chelsea ainda na primeira parte, após uma série de ressaltos na área e à beira do fora-de-jogo. Isso é normal.

Foi necessário o VAR, que anulou a decisão do primeiro árbitro. Da eliminação por 1 a 0 à euforia de confirmar a legitimidade do gol, cuja origem sofre intensa pressão. É um dos mecanismos mais visíveis em que trabalha o novo treinador do Chelsea, tão essencial no futebol de hoje. Foi 1 a 0 aos 26 minutos.

Você ainda precisa editá-lo de alguma forma. Com trabalho e tempo, o técnico chegou a substituir Enzo Maresca, que o levou à Copa do Mundo pelo clube. Acima de tudo, porque a sua inconsistência testava a sua defesa e o guarda-redes Rober Sánchez, sempre que era derrotado, mais do que a sua falta de capacidade para atacar os rivais.

Antes e depois, o Brentford mereceu o empate, já que Alejandro Garnacho fez o 2-0. Ele falhou.

Seu treinador não gostava de nada e ele se comunicava com os jogadores por meio de notas manuscritas. O extremo argentino pegou e passou para o companheiro Enzo Fernández. O campeão mundial fez um gesto de aceitação ao seu treinador, colocou-o na área, transferiu… E continuou a jogar.

O segundo chute de Brentford dentro da área, no início do segundo tempo, foi desviado por Rober Sánchez com uma excelente defesa, que enfiou o pé esquerdo a tempo de bloquear outro chute de Schade na disputa. Ainda aos 50 minutos. Um sério aviso ao Chelsea, ilegal e vulnerável, exposto repetidas vezes.

Mas foi Brentford quem lhes deu a última vitória. Kelleher não conseguiu controlar o passe de Collins com o pé esquerdo. Liam Delap cobrou o erro, que foi imediatamente pisado pelo guarda-redes. O pênalti final, aos 75 minutos, foi convertido por Cole Palmer para encerrar o jogo. Vitória do Chelsea, hora de um novo projeto.

Dados técnicos:

2 – Chelsea: Roberto Sánchez; Reece James (Acheampong, m. 85), Chalobah, Tosin Adarabioyo (Fofana, m. 58), Cucurella; Caicedo, Enzo Fernández (Hato, m. 85); Neto, Palmer, Garnacho (Andrey Santos, m. 58); João Pedro (Delap, m. 74).

0 – Brentford: Kelleher; Kayode, Ajer, Collins, Henry (Hickey, m. 77); Yarmoliuk (Donovan, m. 94), Janelt; Damsgaard (Outtara, m. 77), Jensen, Schade (Lewis Potter, m. 77); Thiago.

Gols: 1-0, m. 26: João Pedro. 2-0, m. 76: Palmer.

Juiz: John Brooks. Ele deu cartão amarelo ao local Palmer (m. 92) e aos visitantes Schade (m. 37) e Janelt (m. 47+).

Evento: A 22ª jornada da ‘Premier League’ inglesa foi disputada em Stamford Bridge diante de cerca de 40.000 espectadores. EFE



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