A campanha escolar 2026 começa em um claro sinal de esperança em pequenas e médias empresas (mipes). Um estudo sobre as expectativas empresariais revela que 9 em cada 10 projetam que as suas vendas serão iguais ou superiores às de 2025, um ano que tem sido muito bom para o setor. A melhoria do sentimento reflecte um regresso gradual ao consumo interno e uma perspectiva económica mais positiva entre os empresários.
O relatório explica que 86% são pequenas empresas Vê resultados iguais ou melhores do que no ano passado, numa situação em que o consumo aumentará 5,5% em termos nominais durante o ano de 2026. Esta situação leva a decisões de investimento antecipadas e a um planeamento mais estratégico para as primeiras grandes campanhas de marketing do ano.
Entre os avaliadores renda mais altaa média esperada gira em torno de 15%. A previsão positiva estende-se a todas as regiões, embora se destaque o Leste, onde 55% esperam expansão, o Norte com 46% e o Centro com 44%.
Além disso, 35% dos microempreendedores Confirma que a sua economia está melhor do que há doze meses, o que marca a maior diferença desde 2019. Este indicador confirma a opinião de um grupo de empresas mais confiantes e prontas para enfrentar novos desafios empresariais.

ele atividade esperada Isto também se traduz em planos concretos. Sete em cada dez mypes destinarão o lucro obtido para fortalecer o seu negócio, principalmente na compra de bens (48%) e equipamentos (17%). Enquanto isso, pela primeira vez em dois anos, as contratações voltaram a ser positivas.
Nesta aspectos financeiros64% afirmaram não ter aumentado o crédito recentemente, apesar de conhecerem melhores condições de acesso ao crédito. Entre aqueles que utilizaram financiamento, os recursos foram direcionados principalmente para investimentos produtivos, como aquisição de bens (23%) e ativos fixos (9%). Para fazer frente à campanha escolar, 60% pretendem solicitar empréstimo junto ao sistema financeiro.
Perdido despesas Eles já estão mostrando um grande progresso. Até ao final de Fevereiro, mais de 2,3 mil milhões de S/S tinham sido atribuídos para financiar a campanha, o equivalente a 80% do objectivo planeado para os primeiros dois meses do ano. Somente em janeiro foram emitidos S/ 1.510 milhões, superando a meta mensal em 19,3%.
“O conscientização escolar Este é o primeiro grande termômetro do ano para empresários. Agora vemos empresas esperando e investindo em planos maiores”, disse José Antonio Muñiz, gerente da Divisão de Negócios do Mibanco.

O impulso não se limita às lojas físicas. De acordo com o Sindicato das Pequenas Empresas da Câmara de Comércio de Lima (CCL), comércio em “de volta à escola”aumentará entre 5% e 10% em relação ao ano anterior, representando uma atividade económica entre S/900 milhões e S/1.300 milhões.
Para muitas empresas, este período representa entre 25% e 40% das vendas do primeiro trimestre, o que as afeta diretamente. liquidez. No mundo digital, a liberdade também é importante. Da fintech Tupay, eles alertam que os clientes comparem preços, prazos de entrega e facilidades de pagamento antes de tomar uma decisão.
“ele”de volta à escola‘Isso exige não só uma demanda maior, mas também clientes mais exigentes, que comparem preços, prazos de entrega e facilidade de pagamento. As empresas que simplificam a experiência de compra e oferecem múltiplos métodos de pagamento irão capturar esse crescimento projetado”, disse Ricardo Pacheco, CEO da Tupay.
Neste sentido, recomendam diferentes métodos de pagamento, melhoram a experiência mobile e garantem estabilidade tecnológica face ao aumento da procura. No entanto, o estudo alerta que durante 2026 será importante controlar factores como a insegurança dos cidadãos, contexto eleitoral e o desenvolvimento do Fenômeno El Niño, mudanças que poderão afetar as decisões da empresa nos próximos meses.















