Em meio ao alvoroço que toma conta da capital do país devido ao horrível assassinato de Karen Cecilia López, aparentemente pelas mãos de seu amante, o Ministério Público continua a investigação para determinar o motivo do crime.
Na verdade, em pleno julgamento especial, o Ministério Público já acusou Hugo Fernando Silva Soto de homicídio, feminicídio e ocultação de provas após a morte de seu amigo e de seu filho de dez meses em Bogotá.
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Embora o arguido se tenha declarado inocente, um juiz de fiança decidiu que ele representava um perigo para a comunidade e ordenou a sua transferência imediata para a prisão. enquanto seu julgamento continua.
Segundo a investigação anunciada na audiência, o Ministério Público confirmou que Silva Soto matou Karen Cecilia López com uma arma branca enquanto os dois permaneciam no carro, na presença do irmão mais novo do casal.
Uma autópsia revelou que a mulher morreu devido a uma lesão no pescoço. O menor morreu devido a uma lesão na medula espinhal, que as autoridades descreveram como uma “morte brutal”.
O caso se tornou de conhecimento público após ser relatado pela primeira vez como um acidente na área do Bosque Popular, na cidade de Engativá. No entanto, a cronologia dos acontecimentos e o que foi encontrado no local destruíram esta versão.
O Procurador-Geral da República informou na audiência que o canal recebeu Cidadetv mas, após o duplo homicídio, Silva Soto virou o palco para simular um desastre.
Ele colocou o corpo do amigo no banco do passageiro e dirigiu o corpo do amigo pela residência, batendo em uma árvore. O procurador explicou que o arguido não utilizou cadeira de segurança para o menor, aumentando o risco de acidente.
“Após o incidente, o homem colocou o corpo de Karen Cecilia López no assento do piloto e partiu no veículo MSR348 em direção à estrada 80-63B-48”, disse o promotor na ação conhecida pela mídia televisiva.
Para realçar a aparência do acidente, o arguido limpou o interior da casa. Porém, os especialistas encontraram vestígios de sangue com uma luz especial, por isso foi possível destruir o álibi.
As autoridades confirmaram que Hugo Fernando Silva estava no carro há mais de duas horas antes de cometer os atos. Uma combinação de provas materiais e testemunhos levou à acusação das acusações mais graves por parte do Ministério de Estado.
“Porque você, senhor Hugo, sem cadeira de segurança, quis aparecer como acidente no incidente anterior, você se explodiu direto da árvore. É muito provável que seu filho morra ou não ali”, disse o representante.
A prisão de Silva Soto ocorreu quando ele tentava fugir do local. As autoridades relataram que ele estava prestes a usar o veículo para atropelar um policial. Antes de se mover, um investigador atirou no pneu para evitar a fuga.
“Hugo Fernando Silva tentou usar o seu carro como arma para tentar ferir gravemente o agente da polícia”, refere a acusação. Este comportamento agravou a sua situação jurídica e reforçou o perigo representado pelos investigadores.
Atualmente, o acusado ainda não está satisfeito enquanto o Ministério Público dá continuidade ao processo. Este caso ainda está sob escrutínio público devido ao número de incidentes e ao encobrimento preventivo do incidente.
Hugo Fernando Silva Soto foi acusado dos crimes de homicídio qualificado, feminicídio qualificado e ocultação ou alteração de provas físicas. O Ministério Público confirmou que existem provas suficientes que o ligam à morte do amigo e do filho, bem como à adulteração do local do acidente.
O julgamento avança à medida que a comunidade e as autoridades exigem justiça para as vítimas. As provas e depoimentos apresentados até agora conseguiram controlar a manutenção da segurança na prisão em relação ao suspeito.















