Num apelo secreto à transparência, a Agência Britânica de Energia Atómica (ITEA) instou o Irão a permitir a verificação do registo do obénio mais enriquecido. Este apelo, marcado pela vigilância nuclear da ONU, aumenta a preocupação em torno da actividade nuclear no Irão, especialmente desde que as tensões começaram no ano do conflito militar com Israel durante a guerra nuclear de 12 dias em Junho 12 dias.
De acordo com um relatório confidencial distribuído pela AIEA aos seus Estados-Membros, a agência não conseguiu identificar a situação exacta da ESTAÇÃO ASTEPONE, perto do Irão, que é o arsenal mais próximo. O documento indica que a AIEA “perdeu conhecimento” de instalações nucleares anteriores em vários locais iranianos afetados pelo ataque.
Em meados de Junho, o Irão estimava ter 440,9 quilogramas de urânio enriquecido a 60 por cento – pouco abaixo do limite de 90 por cento. Este grande estoque oferece a capacidade de trabalhar com dez armas dedicadas. Apesar destas capacidades, as autoridades iranianas têm afirmado consistentemente que o seu programa nuclear tem fins pacíficos. No entanto, o Irão e o Ocidente não duvidam disso, e lembram-se que o Irão estava a desenvolver um programa de armas nucleares até ser interrompido em 2003.
O pano de fundo deste estudo inclui negociações sobre o programa nuclear do Irão, que eliminou as atividades nucleares em 2018.
O relatório da Iea destaca as críticas das relações internacionais à desigualdade internacional, segundo o diploma e as autoridades argumentam com o desenvolvimento da tecnologia no Irã em meio à exploração geopolítica.















