Houve uma grande disputa após a reunião de alto nível entre o conselheiro de Bangladesh, Muhammad Yunus, e o general paquistanês Sahir Shamshad Mirza. Durante a reunião, que aconteceu na Jamuna State House, Yunus presenteou Mirza com um livro intitulado Arte do triunfo. Esta mudança causou preocupação na Índia, especialmente porque alguns relatórios indicaram que o mapa mostrado nas ilustrações do livro inclui partes do norte da Índia, em Bangladesh.
A discussão entre Yunus e Mirza disse que melhoraram as relações bilaterais em comércio, investimento e defesa. A visita do General Mirza foi marcada logo após a visita do Ministro do Paquistão e Primeiro Ministro Ishaq Dar, que instou Bangladesh a “avançar” da ferida histórica de 1971.
Num comunicado de imprensa após a reunião, o gabinete de Yunus destacou a possibilidade de cooperação entre vários setores, enfatizando o comum histórico e cultural e interpessoal entre Bangladesh e Paquistão. O General Mirza expressou a vontade do Paquistão de reavivar os laços internacionais de comércio e investimento.
O governo indiano tem estado surpreendentemente silencioso sobre estes desenvolvimentos, embora o ministro dos Negócios Estrangeiros, S. Jaishankar, tenha afirmado que a Índia está a monitorizar de perto as tendências que podem afectar a segurança nacional. Jaishankar referiu-se à situação do ‘grupo islâmico’ Saltanat-e-Bangla’ em Dhaka, que se diz ter sido apoiado por uma organização não governamental turca, apoiou o controverso mapa do “Grande Bangladesh”. Este mapa incluía partes das regiões oriental e nordeste da Índia, que, como Bihar, Jharkhand, Odisha e as províncias do nordeste, estão a exacerbar as tensões num ambiente geopolítico já sensível.
À medida que a situação se desenrola, o impacto das relações públicas de Yunus será provavelmente experimental e internacional, especialmente os excessos e as nacionalidades dos países do Sul da Ásia.















