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A Controladoria investiga o Município de Comas após denúncias sobre o expurgo de trabalhadores por se recusarem a beneficiar o Podemos Peru

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A Controladoria enviou uma carta ao condado de Comas. | Referência de imagem: Controladoria

o Controladoria Geral da República Foi iniciada uma investigação oficial no Município de Comas na sequência de denúncias de abuso de recursos nacionais e retaliação por atividades partidárias. Somos o Peru livre. Ex-funcionários processam a administração do prefeito Carmem Mônica Acuña Jara limitar a duração do seu mandato na realização do trabalho missionário, seja nas redes sociais ou nas atividades cerimoniais.

Através do Ofício nº 000116-2026-CG/OC2175, notificado oficialmente no dia 23 de março à prefeita responsável, Carmen Mónica Acuña Jara, o departamento de fiscalização da construção de uma equipe liderada por Lida Emérita Sánchez Leiva e Elsa Milagros Lucen Valverde. O objetivo é recolher informação sobre “neutralidade nas eleições e participação das pessoas no processo eleitoral”, de acordo com o disposto na Lei Orgânica do Sistema Nacional de Acompanhamento e na Diretiva n.º 019-2022-CG/GMPL.

No documento, a autoridade municipal é solicitada fornecer todo o equipamento necessário às equipes autorizadas para o propósito da pesquisa. A ação consta de regulamentação governamental e responde à necessidade de esclarecimento sobre a utilização de recursos e pessoal municipal durante a atual campanha.

Gabinete da Controladoria.
Gabinete da Controladoria.

A intervenção da Controladoria ocorre após a divulgação do relatório do Último ponto que coletou depoimentos de ex-funcionários municipais. Segundo o comunicado, a administração de Acuña Jara estabeleceu um sistema de pressão direta: “Se você não apoia o Podemos, você não trabalha conosco”.

Os afetados relatam que, desde janeiro deste ano, a segurança no emprego depende da criatividade contas falsas no TikTok, Facebook e Googlecom o objetivo de simular apoio massivo a prefeitos e candidatos de partidos, como o ex-deputado Arón Espinoza.

Segundo um dos reclamantes, a reclamação é definida como: Cada funcionário teve que abrir pelo menos cinco contas apócrifas e compartilhar conteúdo político, sob ameaça de expulsão. Administradores municipais assistentes monitoraram a atividade on-line e sinalizaram o descumprimento das instruções para proceder à rescisão quando o contrato expirasse.

Uma reportagem investigativa revela como os trabalhadores do Município de Comas são obrigados a participar da campanha política do partido Podemos Peru. | Último ponto

As táticas de pressão não se limitam ao mundo digital. Testemunhos indicam que os funcionários municipais foram obrigados a participar em comícios e eventos partidários como “equipamento portátil” em Comas e outros distritos, para aumentar a presença dos parceiros. A manifestação de 10 de março, liderada por Arón Espinoza, candidato à Câmara dos Deputados, foi um acontecimento extraordinário, que incluiu Ricardo Chacón Acuña, filho do prefeito, realizou a cerimônia.

A ordem de ajuda, segundo fontes, partiu da unidade subadministrativa estratégica como o Programa de Saúde e Social, responsável pela lista de beneficiários do programa social municipal.

Além disso, reportagens da imprensa documentaram as ações oficiais do prefeito com Miguel Saldaña, ex-prefeito de Comas e atual operador político partidário, cuja condenação por transações inapropriadas foi recentemente aprovada pelo Tribunal. Apesar de ter sido desclassificado para concorrer, Saldaña participa de evangelismo e aparece em eventos públicos com o prefeito.

Questionado pelo jornal dominical, o autarca negou saber ou deu instruções para pressão política sobre os funcionários municipais. Quanto à participação dos filhos na campanha do partido e à presença dos trabalhadores em ajuntamentos públicos, informaram os responsáveis ​​municipais. Ele não respondeu diretamente, dizendo que era responsável pela área ou por outras pessoas.

Depoimentos de ex-funcionários indicam que a administração municipal limita a duração das obras com participação em eventos de campanha e associação com o partido Podemos Perú, até mesmo com programas sociais. | Último ponto

No entanto, a evidência recolhida aponta para esta aqueles que concordaram em ingressar no Podemos Peru recuperaram suas posiçõesenquanto aqueles que se recusaram a aderir ao “portátil” separaram-se digitalmente ou diretamente do município no final do contrato, em fevereiro.



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