A denúncia apresentada por Melissa Klugatravés de seu advogado Benji Espinosaapresentou um cenário que, segundo a defesa, revela novamente o violência sexualdiz-se que tentativa de homicídio de uma mulher e uma série de decisões financeiras que podem limitar o acesso total verdadeiro e o JUSTO.
Na declaração dada BEM-SUCEDIDOo advogado afirmou que o passado 1º de dezembro de 2025à tarde, Bryan Torres tentou acabar com a vida de Samara Lobaton.
“Ei 1º de dezembro de 2025 à tarde, Bryan Torres quase matou Samahara Lobatón. Essa era a intenção dele. Isso não apenas o atinge, mas ele também sufoca ao mesmo tempo.. Isto é encontrado no Vídeoque um evidência direta de agressão e tentativa de homicídio de mulheres contra ele”, disse Espinoza, enfatizando que as imagens de conhecimento público correspondem apenas a fragmentos.
Como ele explicou, depois desta história violenta, Samahara Lobatón ligou para sua mãeque veio imediatamente. Contudo, a juventude ele não contou a ela sobre o ataque. “Samhara Ele nunca contou a ela o que aconteceu com ele., ele só conta a ela sobre adultério“, disse o advogado, na época Melissa KlugA extensão do incidente é desconhecida. Ela ajudou sua filha a trazer Bryan Torres o mundo circundante.
Depois daquele dia, o caso ficou envolto em silêncio durante várias semanas. “De lá nada se sabe até janeirosó este ano, quando um vídeo está sendo reproduzido“Espinoza disse que, segundo a versão dele, foi a empresária quem pegou o aparelho, colocou na panela. USBofereceu o queixa formal à polícia sim participou ativamente no processo de investigação iniciala pessoa que iniciou o processo criminal desapareceu.
Apesar disso, o Promotor decidiu remover Melissa Klug como parte lesada no crimeargumentando que apenas um está sofrendo o modeloporque ele é maior de idade. Esta decisão foi fortemente questionada pelos defensores. “Que A reclamante é Melissapedimos para sermos considerados parte lesada no crime por Bryan Torres prejudicando sua filha. O Ministério Público disse que não, que apenas Samahara foi aplaudido, e fora do alcance do Código de Processo PenalEspinosa disse.

Durante este evento, como mencionado, ele propôs a Melissa todas as informações que você sabe sobre o casoele explicou Como você conseguiu essa informação? e forneceu detalhes importantes que, em sua opinião, não podem ser ignorados pelo Ministério de Estado.
Um dos pontos centrais de sua declaração diz respeito vídeo do suposto ataque foi divulgado publicamente. Espinoza explicou que as imagens conhecidas até agora não refletem toda a cena. “O vídeo que você vê, com dois minutos e dezesseis segundos de duração, é um fragmento de um vídeo maior.“, lembrou que terá o equipamento completo leva mais de vinte minutos. Para a defesa de Melissa Klug, este elemento é muito importante, pois permite compreender todo o contexto do ocorrido.
A este respeito, Espinoza declarou que o O Procurador-Geral deve agir imediatamente para identificar o fonte original do vídeopegue o registro completo e naquela época, solicitar as medidas cabíveis ao Tribunal.

Nasceu um falta de cooperação com as autoridades. “Nesse estado, é claro, Não haverá cooperação com Samahara. Ele foi convidado a testemunhar e permaneceu em silêncio. Foi solicitado exame psicológico sim não teria passado nesta avaliação”, destacou.
Espinoza também descreveu o que aconteceu durante a investigação policial na casa da menina. “Quando eles chegaram em casa e Bryan Torres estava láhavia uma filha. Pediram-lhe que testemunhasse sobre o seu agressor e ele disse: ‘Não, porque minha filha está lá‘. Então ele foi à polícia, Sua filha não estava lá e ele ficou em silêncio“, explicou ele.
“Então, Samahara atrapalha a investigação. Ele não quer saber a verdadeporque este é o caso de um uma vítima que se recusa a ser vítima“, feito.
















