Luis Ortega
Rute (Córdoba), 6 de dezembro.
O mestre Jorge Garrido, da Galloros Artesanos, explicou em entrevista à EFE que a ideia surgiu quando começou a “afastar um pouco o tema do turismo”.
O que era para ser um projeto pequeno “acabou utilizando 500 quilos de chocolate e uma área de nascimento de cerca de 12 metros quadrados”, disse Garrido.
Um dos seus momentos mais memoráveis durante esses 25 anos foi a sua casa natal dedicada a Granada. “O desafio é restaurar a Alhambra vista do ponto de vista de San Nicolás” e para isso foi necessário “fazer um programa e eliminar uma distância tão longa”.
Apesar das dificuldades, disse Garrido, “foi uma etapa onde nos divertimos muito fazendo”, como a montagem oferecida pela Itália. Também não faltaram alimentos nas vinhas da Alsácia, nos Castelos tirados do mundo da Disney ou na chegada de Colombo ao novo mundo e no seu primeiro contacto com o cacau.
Por isso, o mundo do nascimento abre este ano um presente pela sua origem, preparado “como se fazia no primeiro ano, todo chocolate preto”. O percurso mostra a introdução do chocolate branco “pela consistência”, do maçapão, do fondant e dos corantes que permitiram a criação de plantas, castelos e figuras.
E no total, esta edição do 25º aniversário necessita de chocolate e 1 80000, principalmente chocolate branco, mas chocolate de leite e preto “e a recepção de seis chocolates” e a recepção de seis Chocolatiers para fazer toda a criação.
Numa visita a toda a sua história, o destaque deste ano, explica o Mestre Chocolatier, é a “variedade dos monumentos e dos temas envolvidos”.
Embora coexistam muitos estilos, insiste que se trata de “um mundo de nascimento”, com “figuras típicas” e personagens “do “pastor mais sombrio”.
Desta forma, e com a rota já consolidada do destino turístico de Natal, Garrido encarou a campanha com confiança e a loja de chocolates espera “longe das 100 mil visitas que tem recebido ao longo dos anos”. Ef
(foto) (vídeo)















