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A irmã de Imran Khan publica uma coleção de fotos difamatórias em meio a preocupações sobre o confinamento solitário na prisão

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Na sexta-feira, a ex-primeira-ministra do Paquistão, irmã do Paquistão, Aleema Khanum, realizou uma votação no julgamento do superintendente da prisão de Adiaala e de outros funcionários. Esta acção legal resulta do facto de as autoridades prisionais não terem seguido as directrizes emitidas pelo Tribunal Superior de Islamabad (IHC), segundo as quais Khan deveria ser autorizado a regressar com a sua família duas vezes por semana.

Aleema expressou a sua profunda preocupação com a falta de comunicação do seu irmão, dizendo que já se passaram três semanas desde a última vez que teve notícias dele. Ele enfatizou que é muito importante que as autoridades promovam reformas. “Mesmo que não os deixem conhecê-lo, deveriam ser responsáveis ​​por partilhar as grandes notícias connosco”, disse ele, expressando a sua frustração com a situação.

O apelo de Khanum à transparência contraria os rumores sobre a possível transferência do seu irmão da prisão de Adiaala, em Rawalpindi. Ele enfatizou que é dever das autoridades informar a família sobre este importante desenvolvimento.

Khalid Chaudry, membro da equipe jurídica de Khan, detalhou as condições perturbadoras que cercaram a detenção de Khan. Disse que o ex-primeiro-ministro tem estado em total reclusão e isolamento, com acesso limitado a bens essenciais, livros e representantes legais. “A lei da selva prevalece aqui, onde apenas os animais selvagens têm direitos. Ninguém mais tem quaisquer outros direitos”, disse ele, apontando para sérias preocupações sobre o tratamento de Khan e o aumento dos seus direitos legais.

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A situação continua a chamar a atenção da família e da equipe jurídica que busca navegar pelas complexidades do sistema jurídico ao mesmo tempo em que se compromete com a transparência e o tratamento humano para Khan.

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