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A menstruação é uma questão de justiça pública e de direitos humanos: Câmara dos Deputados

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Em 28 de maio, a Cidade do México realizou um protesto pacífico para exigir um período decente. (Foto: Twitter/@diga_mx)

O representante Marisela Zúñiga Cerón propôs duas ações na Câmara dos Deputados mexicana destinadas a fortalecer a política pública de manejo da menstruação e transformá-lo num direito humano garantido para as mulheres.

O objetivo é vencer o a falta de Nova Iorque FOTOGRAFIA e a transparência do governo e para colmatar a lacuna de a diferença para acesso a produtos e locais elegíveis.

Zúñiga Cerón, do partido Morena, disse durante entrevista coletiva que a menstruação adequada é uma questão justiça social e o direitos humanose a sua cobertura é fundamental para garantir a igualdade de acesso à educação, à saúde e a uma vida livre de violência.

Um dos dados apresentados pelo próprio legislador muda a percepção de urgência: mesmo com avanços em departamentos como Cidade do México sim Jaliscoainda existem estados que possuem políticas de manejo menstrual “inexistentes ou ineficazes”.

O deputado propôs, no primeiro ponto do acordo, que a agência avaliadora dos 32 órgãos federais publicasse sua real situação. caminho político Nova Iorque menstruação dignapara que os números sejam transparentes e possam ser notados pelos cidadãos.

O legislador confirmou que gestão financeira decente não foi reduzido a Entrega Nova Iorque Produtosmas demanda acesso a Banheiro limpoespecificamente e com água potável, EDUCAÇÃO ciclo menstrual especial que remove estigmas e a separação desse direito educação sexual e reprodução.

Close-up da mão de uma mulher segurando um copo menstrual transparente. Ela veste uma camiseta branca, seu corpo é visível e neutro.

Como parte do pacote de ação, o segundo ponto do acordo prevê o Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi) conceber e implementar um inquérito nacional sobre gestão menstrual (Envolver), para fornecer ao México as ferramentas científicas para medir legalmente o fenómeno.

Disse ainda que, segundo informações de organizações da sociedade civil, 43% das adolescentes As famílias de baixa renda no país enfrentam dificuldades no acesso a produtos de controle menstrual.

Nesta base, defendeu a inclusão dos custos específicos da gestão menstrual no Inquérito aos Rendimentos e Despesas dos Agregados Familiares (SUFICIENTE), com o objetivo de aumentar o chamado “imposto rosa” e orientar políticas públicas que eliminem a desigualdade estrutural.

O espaço multidimensional dos intervalos menstruais no México

Entre as contribuições do fórum para discutir os direitos menstruais, Berenice Vargas IbáñezDiretor Adjunto de Planejamento do Conselho para Prevenir e Eliminar a Discriminação na Cidade do México (Copred), enfatizou que o manejo digno da menstruação é resultado da colaboração entre a sociedade civil, a academia e o governo.

Não se trata apenas de controlar a menstruação, disseram participantes de organizações e universidades produto adequadomas também infra-estruturas, EDUCAÇÃO e a política pública feita por foco em gênero e respeito pelos direitos de todas as mulheres à dignidade, à saúde e ao pleno exercício da sua cidadania.

Uma mulher segurando uma compressa. (iStock)

Menstruação é prioridade para mulheres privadas de liberdade

Vargas Ibáñez destacou que Copred estava testando grupo prioritáriocomo mulheres privadas de liberdadedesabrigados ou móveis, e atualmente empregados Pesquisar focar nas pessoas dos mexicanosPovos indígenas com deficiência. O objetivo é desenvolver políticas públicas abrangentes que eliminem barreiras à entrada.

Beatriz Maldonadopresidente das Mulheres Unidas pela Liberdade, condenou a exclusão das mulheres nas prisões mexicanas: devido à falta de família ou de acesso ao trabalho, muitas têm de gerir os seus períodos “com sapatos, papel higiénico, máscaras ou colchões de esponja partidos”.

Maldonado destacou que a entidade pede ao Estado há seis anos presente grátis Nova Iorque toalhas femininas nas prisões, considerando que, em condições perigosas, o acesso à água, “o uso de copo menstrual “É insustentável e pode causar diarreia e problemas ginecológicos”.



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