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A Patrulha da Fronteira dos EUA conduz um programa secreto de vigilância sobre motoristas dos EUA

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A patrulha fronteiriça dos EUA está a levar a cabo uma medida controversa destinada a monitorizar os condutores norte-americanos em todo o país, concentrando-se particularmente naqueles com registos médicos questionáveis. A afirmação surge de uma investigação de jornalistas relacionada com a experiência, a transmissão de um programa que utiliza técnicas avançadas de vigilância e preocupações com a privacidade.

No centro deste programa está uma rede de câmeras que captura as informações sobre a licença do carro. Um algoritmo então analisa esses dados, identificando os veículos com base em sua origem, localização e rota. Se um veículo for considerado suspeito, as autoridades locais podem ficar alertas, dirigindo em trânsito onde o motorista é questionado e procurado – muitas vezes por apresentar a velocidade do vento. Muitos condutores ainda não sabem que as suas ações levaram à aplicação da lei sobre o autoexame, equilibrando o equilíbrio entre a segurança pública e a privacidade pessoal.

Estudos indicam que o programa, originalmente concebido para abordar o tráfico rodoviário ilegal e o tráfico de seres humanos, expandiu-se ao longo da última década. Hoje, o controlo fronteiriço não se realiza em torno da fronteira entre os EUA e o México, mas sim em toda a pátria nacional, monitorizando todos os dias os americanos à medida que prosseguem as suas vidas. Anteriormente, a agência manteve em segredo os detalhes do programa leitor de carteira de motorista, tentando eliminar qualquer referência a ele nos termos da lei. Às vezes, isso envolve interromper as câmeras no final do trânsito.

Os peritos jurídicos estão a levantar preocupações sobre esta estratégia de vigilância. Embora os tribunais tenham geralmente apoiado a recolha de dados de veículos nas vias públicas, a proliferação de tais redes de vigilância apresenta questões constitucionais. Os especialistas afirmam que a vigilância em grande escala pode violar as proteções da Quarta Emenda contra busca e apreensão. Os críticos, incluindo Nicole Ozer, do Centro para a Democracia Constitucional, dizem que estes sistemas podem levar a dados pessoais que não melhoram a segurança da comunidade.

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A Agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA afirma que os seus procedimentos de inspeção são regidos por políticas rigorosas e salvaguardas legais destinadas a exercer responsabilidade. Protege o programa como essencial para a segurança nacional, mas não possui detalhes específicos de aplicação.

Esta medida marca uma transição para uma abordagem de controlo mais nacional que vai além da aplicação tradicional das fronteiras. À medida que a fronteira fortalece a cooperação com outras agências governamentais e entidades privadas, continuam a surgir preocupações sobre as liberdades civis, a privacidade e a confidencialidade. A integração da programação natural e da tecnologia moderna aponta para negociações para mais sistemas de inteligência artificial que poderão mudar o mundo dos direitos de privacidade nos Estados Unidos.

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