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A pessoa que foi detida por crime sexual em Pedreña (Cantábria) foi hoje presente a tribunal.

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O investigado pela morte de seu amigo em Pedreña, Cantábria, já havia sido condenado por violência sexual em Madrid, registrada em 2011 e 2019, embora já não atuasse no Sistema Viogen no momento do incidente, segundo a mídia. A notícia chega enquanto o suspeito, de 52 anos, ainda se encontra diante do juiz que atua na praça número 2 do Tribunal Superior de Medio Cudeyo, após o término da pena de prisão de 72 horas.

Segundo as informações recebidas, o homem foi detido na manhã de domingo, 15 de junho, apenas um dia depois de a vítima de nome MLR, de 64 anos e natural de Madrid, ter sido encontrada morta na localidade de Pedreña, Cantábrico. O Ministério da Igualdade classificou este caso como violência de género, enquanto a investigação oficial continua sob a liderança da Guarda Nacional da Cantábria.

Um relatório preliminar da autópsia determinou que a causa da morte da mulher foi depressão, consistente com estrangulamento. Este resultado levou à investigação desde o início como um possível caso de homicídio por violência de género, confirmado pelo Ministério da Igualdade após tomar conhecimento da detenção do suspeito e do resultado do exame médico.

A relação entre a vítima e o preso não tinha histórico registrado de denúncias anteriores de violência de gênero, conforme registrado no Sistema Viogen, sistema oficial de monitoramento e proteção de vítimas desse tipo de crime. No entanto, o homem já tinha sido condenado duas vezes por crimes semelhantes em Madrid, embora esses casos já não estivessem activos no registo.

Quanto ao entorno da vítima, sabe-se que ela não tem filhos menores e mora há vários anos na localidade onde ocorreu o incidente. Segundo a imprensa, a Guarda Nacional da Cantábria continua a recolher provas e a analisar os factos no âmbito da investigação judicial iniciada com a detenção e o comparecimento perante o juiz competente.

O caso recebeu confirmação oficial do Ministério da Igualdade de que se trata de homicídio por violência sexual, o que aciona as ações e protocolos de monitoramento estabelecidos para este tipo de crime. A investigação judicial prossegue através da recolha de depoimentos e do exame técnico das provas recolhidas, enquanto o suspeito ainda se encontra preso, depois de decorrido o prazo legal de prisão preventiva estabelecido na lei.

De acordo com as informações recebidas, o comparecimento perante o juiz ocorre após decorrido o último período de 72 horas desde a sua detenção, de acordo com a lei vigente sobre o julgamento de pessoas presas, garantindo a continuação do processo neste caso.

A mídia noticiou que a Polícia Judiciária da Guarda Nacional mantém aberta uma série de investigações para esclarecer as circunstâncias exatas da morte e a possibilidade de relação entre a vítima e o suposto agressor. O processo inclui a análise de documentos judiciais, a obtenção de depoimentos e a investigação do que aconteceu na casa da vítima.

O caso de Pedreña está incluído nas estatísticas oficiais de violência entre homens e mulheres em Espanha após a confirmação do ministério, destacando o acompanhamento por parte das autoridades e a implementação de regras especiais para a protecção das mulheres em situações perigosas, conforme explica a fonte original do relatório.



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