Na quinta-feira, a polícia de Hong Kong realizou uma importante operação ao prender três homens suspeitos de incêndio criminoso relacionado ao incêndio que destruiu o arranha-céu em Tai Po. Esta prisão surge na sequência dos trágicos acontecimentos ocorridos no dia anterior, marcando a pior lacuna enfrentada em dez anos. Enquanto as autoridades preparam uma conferência de imprensa para partilhar detalhes adicionais, a situação permanece obscura.
O incêndio começou na tarde de quarta-feira, destruindo rapidamente o tribunal Wang Fuk Subly, um complexo residencial que possui quase 2.000 apartamentos divididos em oito torres. A reportagem sugeria manutenção do tempo, e as chamas não se importavam com os escombros ao redor do prédio. Na quinta-feira, o Inferno já ceifou pelo menos 36 vidas, incluindo bombeiros, com mais de 200 pessoas desaparecidas.
O líder da cidade, John Lee, confirmou o número de mortos, destacando que 279 pessoas ainda estão sob custódia. Os serviços de emergência lutaram para controlar as chamas, que permaneceram ativas em quatro dos oito edifícios. Lee fez uma atualização após o esforço de quase 12 horas, dizendo que embora a situação estivesse melhorando gradualmente, ainda havia grandes desafios.
No geral, 29 pessoas foram hospitalizadas devido a ferimentos relacionados ao incêndio, sete delas em estado crítico. Relatos de testemunhas oculares da cena pintam um quadro doloroso, com sons frenéticos de penas queimadas e fumaça espessa subindo pela área. Um residente, identificado como Yuen, expressou a sua culpa pela situação, salientando que muitos dos seus vizinhos idosos não conseguiam sair rapidamente devido às janelas estarem fechadas devido à manutenção constante. Ele descreveu como alguns moradores foram afastados do incêndio por telefonemas de vizinhos.
À medida que a investigação continua sobre a causa do incêndio, a comunidade fica com a perda de vidas e bens, destacando a necessidade urgente de medidas de segurança contra incêndios, especialmente em áreas residenciais densamente povoadas.















