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A ponte tranquila da saúde

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“O papel deles não foi encontrado”, diz o autor desta coluna sobre o papel do Farmacêutico (Efe)

Há quase cem anos, um 12 de outubro de 1935Na Argentina surgiu a primeira organização do ramo farmacêutico comum em todo o país. Desde então tornaram-se um símbolo da celebração do O trabalho do farmacêutico como profissional de saúde pública E como forma mais essencial de medicamento e uso seguro de medicamentos, em armazém público, em hospital ou setor de campo.

Como uma empresa de saúde na frente, os Pramacistas praticam esportes diários Trabalho de intercessão no conhecimento científico e na vida cotidianaEntre o sistema de saúde e quem procura ajuda, entre normas e condolências.

O Farmacêutico escuta os sintomas, explica a dose, com emoções negativas e alerta sobre combinações perigosas. Ele não tem estetoscópio, mas com o mesmo som de cuidado. Seu papel é muitas vezes invisível: A Saúde Pública costuma estar em alta, o mercado busca substituí-la pela gôndola e algumas políticas de produção a confundem com o vendedor.

“Todos os dias Prasashst pratica a mediação entre o conhecimento científico e a vida cotidiana”, diz Gómez (Angas).

Nosso trabalho enfrenta novos desafios contra a crescente extensão do atividades de açãoAqueles que colocam em perigo a ordem e a confiança construídas durante décadas. Nosso chamado deveria nos chamar mais do que não para enfatizar o papel das prostitutas e dos parceiros na medicina. Não só para medicação, mas para cuidado, mudança nas transações financeiras para ação comum. Neste sentido, resume-se o espírito do nosso trabalho.

Que Dia do FarmacêuticoVamos renovar o compromisso de continuar vindo: Formação, agora e responsável pela saúde. Aguentemos e estejamos ao mesmo tempo na discussão cotidiana de cada paciente, o que parece ser o de menos: o cuidado.

* Escritor é presidente do Colégio de Farmacêuticos das Províncias de Buenos Aires



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