Cidade do México, 13 de dezembro (sala).- A bióloga e atriz mexicana Carolina Guzmán arrisca a vida e no momento em que busca a remoção de instituições em estados como Chiapas (Sul), tem medo do tráfico de drogas.
“Parece que tudo foi dado por magia e não vai acabar”, explicou na entrevista ao Ranger, que foi salvo por Pablo Pérez Lombardini ao destruir o meio ambiente num dos pulmões.
A ‘Reserva’ é a história de um homem da floresta que, após descobrir esse crime em seu território, não quer enfrentar aquele que se voluntaria como produtor de café, não quer ajudá-lo a proteger sua aldeia.
Para os mexicanos, o grupo de centenas de pessoas perdidas nas montanhas de Chiapas é afetado pelo medo do seu trabalho, enfraquecido pela ignorância e pela falta de conhecimento e de tempo.
“Quando se vive no campo, vive-se de uma certa forma o quotidiano, produzindo alimentos, tendo comida, tendo filhos e um ou outro vai viajar mas os recursos naturais são menos evidentes”, disse.
Desde 2012, mais de 2.200 pessoas foram mortas ou desapareceram no mundo para a proteção do mundo e do território, diz a organização do crescimento das Testemunhas, e especialmente em 2024, houve um momento para trazer os condenados.
A educação é, segundo Guzmán, o caminho que ele faz para que “a água saia da torneira” para ficar atento ao seu território, tarefa difícil que gosta de “realizar”, mas talvez não com rapidez.
“Só de rodar o filme que temos, as pessoas já abandonaram o projeto. Se você quiser promovê-lo, o que vão pedir de você?
O diretor Pérez Lombardini experimentou pela primeira vez a dificuldade de organizar toda uma equipe de atores escolhidos entre os moradores da região, não só pela mineração, mas também pelo aproveitamento de alimentos como o café ou a banana.
“A organização humana dá muito. Precisamos exercitar e tentar fortalecer o entendimento da sociedade”, afirmou o cineasta.
Para ambos, a solução para esta violência e inutilidade é confiar no povo, tentar “ouvir as necessidades do povo” e construir um plano entre as instituições governamentais e a sociedade.
“A organização dos projetos de conservação deve vir de baixo. Ninguém planeja resolver as necessidades das pessoas, apenas as pessoas devem dizer para onde querem ir”, disse Guzmán.
Esta discussão deve centrar-se nas pessoas, diz Lombardini, porque é preciso conhecer os métodos que estas pessoas utilizam para sobreviver e, sobretudo, compreender que “é mais difícil ter um pensamento ecológico quando as necessidades não são resolvidas”.
‘La Reserve’ estreia no dia 18 de dezembro nos cinemas mexicanos depois de vencer o Morelia International Film Festival (FICM) e vencer competições internacionais como o Qatar Artist Festival.















