Perdido passageiros de transporte público em Lima e Callao Eles enfrentam novos aumentos nos preços dos ingressos há várias semanas. A alteração, que afecta os autocarros regulares e os táxis partilhados, responde à crise causada pela guerra no Médio Oriente. Da mesma forma, esse problema começou por causa da falta de carro a gás natural (GNV) e o aumento do preço do gás liquefeito de petróleo (BPL), duas principais fontes de transporte na capital peruana.
As condições têm causado preocupação entre os usuários e mostram a vulnerabilidade dos sistema de transporte enfrentando problemas no fornecimento de energia.
O eclipse solar desaparecerá?
Empresa de transporte urbano O Rápido Expresso Pégaso e aqueles chamados ‘chinêsDesde março, o preço dos ingressos aumentou 0,50 centavos no corredor onde fica o Acho, um dos centros nevrálgicos da cidade. Esta alteração tarifária estende-se a toda a rota e afecta milhares de passageiros que dependem destes serviços todos os dias para trabalho, educação e viagens pessoais.
O aumento dos custos dos transportes públicos não se limita aos autocarros. O táxi que cobre a viagem Acho que para Puente Piedra e Zapallal experimentou um crescimento ainda maior. Segundo depoimento colhido pela RPP, a passagem padrão de 7 soles passou a custar 10 soles, o que representa um reajuste de até 3 soles por viagem. Os motoristas salientaram que a escassez de petróleo e o aumento dos preços internacionais do petróleo causaram uma pressão insustentável sobre os preços do petróleo.
Quando esse problema começou?
A raiz da situação foi no dia 1º de março, quando um incidente técnico causou o rompimento do principal oleoduto da empresa. Companhia de Transporte de Gás do Peru (TGP) No distrito de Megantoni, Cusco. Este gasoduto, o único que fornece GNV à costa peruana, está fora de serviço desde então, obrigando as autoridades a declarar emergência na cadeia de abastecimento de gás natural. A isto soma-se a crise no Médio Oriente devido à guerra entre os Estados Unidos e o Irão.
O Governo declarou-a como medida de emergência ajuda direta e única 120 soles para taxistas de Lima, Callao e Ica que usam GNV e são licenciados pela Autoridade de Transporte Urbano (ATU) ou a cidade provincial correspondente. Esta ajuda visa compensar parcialmente o impacto da escassez de gás e aliviar as dificuldades daqueles que dependem deste petróleo para trabalhar. O auxílio foi divulgado oficialmente na semana passada e a distribuição deverá começar nos próximos dias, segundo notícia publicada pela RPP Noticias. Embora o Ministério da Energia e Recursos Minerais (MEU) respondeu à emergência implementando-a o mais rapidamente possível, muitos motoristas criticam as medidas como insuficientes.
“Se o preço do combustível continuar a subir, é provável que o preço do bilhete não volte ao preço anterior, ainda que o fornecimento de GNV seja normal”, explicaram os dirigentes e motoristas da RPP. A incerteza sobre a duração do aumento e a possibilidade de preços mais elevados suscitaram preocupações entre os viajantes, que terão de ajustar os seus orçamentos para fazer face a estes custos adicionais.

Que decisão o usuário do transporte público tomou?
Nesta situação, os utilizadores dos transportes urbanos são obrigados a ajustar as suas rotinas, encontrar alternativas mais baratas ou reduzir as suas viagens. O depoimento de um passageiro, recolhido pela RPP Noticias, resume a confusão em massa: “A tarifa aumentou e não se sabe por quanto tempo. Não temos escolha a não ser pagar para ir trabalhar”.















