A conversa privada entre Gustavo Petro e Luis Carlos Reyes, ex-ministro do Comércio e candidato presidencial, sobre as exportações de carvão colombiano para Israel causou diversas reações nas redes sociais.
María Fernanda Cabal, senadora do Centro Democrático, Ele descreveu a situação como um “reality show” e disse que Reyes expôs Gustavo Petro como um “mentiroso”.
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“Este governo é como um reality show. O ex-ministro Luis Carlos Reyes fez Petro parecer um mentiroso”, disse María Fernanda Cabal.

Gregorio Marulanda, candidato à Assembleia Nacional, confirmou que o presidente do estado atravessa “a pior fase do mitomaníaco” e citou a recente declaração de Laura Sarabia, ex-chanceler da Colômbia e atual embaixadora no Reino Unido.
“Gustavo Petro chegou agora ao pior estágio de mitômano, então seu próprio bispo o está afastando e rejeitando, enganando o povo. Sarabia também o contradisse”, afirmou.
María Paula Fonseca, ex-secretária de Comunicações e Imprensa da Presidência, questionou a divulgação feita por Luis Carlos Reyes e disse que “viola o dever de confidencialidade das autoridades”.
“A publicação, sem autorização, de consulta ou discussão no exercício da função pública com o Presidente da República sobre decisões governamentais que afetem os assuntos nacionais ou a estratégia governamental viola o dever de confidencialidade dos funcionários públicos”, afirmou Fonseca.

O ex-senador José Obdulio Gaviria não perguntou sobre a conversa entre Gustavo Petro e Luis Carlos Reyes, mas sim sobre o decreto que proíbe a exportação de carvão para Israel.
“Atrocidade não é a consulta entre dois mamertos sobre a data de entrada em vigor do decreto, mas o decreto que proíbe a exportação de carvão para Israel prejudica os interesses dos empresários e trabalhadores colombianos (e as áreas produtivas que perderam compensação)”, disse Gaviria.
E acrescentou: “O que uniu Petro como presidente e Reyes como ministro foi o apoio do Hezbollah, do Hamas e do Irã. Portanto o “importante” dos dois partidos que afetam a economia colombiana.

Chucho Lorduy, candidato ao Senado pelo partido Centro Democrático, garantiu que o petrismo é “desordem” e “corrupção”.
“Isso é Petrismo: caos, incompetência e corrupção. Eles não precisam de inimigos, eles estão lutando uns pelos outros.”ele disse.

A discussão privada, publicada por Luis Carlos Reyes, reabriu a disputa pública sobre as exportações de carvão colombiano para Israel. O ex-diretor da Dian falou publicamente que, segundo ele, Mostrou que o presidente Gustavo Petro garantiu que a proibição da venda de carvão a Israel não afetaria os acordos já assinados.
O pano de fundo político para este debate foi a posição oficial do Governo sobre o conflito no Médio Oriente e as preocupações sobre as possíveis consequências da legislação se os termos do acordo anterior fossem alcançados. Após a saída de Reyes do governo, a polêmica cresceu quando Petro o acusou publicamente de ser um denunciante sobre a atuação do Executivo no assunto.
A troca de culpas ficou evidente quando, citando a conversa, Reyes desafiou o presidente: “Um economista deve sempre dizer a verdade”, pedindo ao presidente que parasse de “espalhar mentiras” sobre a sua administração.
Ele também confirmou que Petro não “ordenou a continuação da assinatura do acordo de exportação de carvão para Israel”, apesar do decreto que proibiu este comércio após a guerra em Gaza.

Na foto publicada, a troca entre Reyes e Gustavo Petro foi explicada detalhadamente. O chefe da Dian perguntou na altura se este decreto de proibição só deveria aplicar-se aos contratos assinados após a sua publicação. Ele perguntou claramente: “É mesmo?” A resposta de Petro foi: “Isso mesmo. A outra coisa é condenar legalmente o decreto. Deve ser na data de sua publicação”, disse. refletindo suas decisões sobre os riscos associados a contratos anteriores.















