No domingo, Justiça avaliará pedido de prisão preventiva Adriano Villar Chirinosacusado de fugir e causar a morte da atleta Lizeth Marzano em San Isidro. O julgamento, que se acredita ser irreversível, acontecerá quase às 8 noites e será presidido pelo juiz Adolfo Fernando Farfán Calderón, titular do 33º Juizado Preparatório de Instrução do Tribunal Superior de Lima.
Villar, 21 anos e filho da jornalista Marisel Linares, permanece nas mãos da polícia na sede do Departamento de Investigação e Prevenção de Acidentes (Divpiat), em La Victoria. Ele foi detido na quinta-feira passada em um prédio em Miraflores, depois que a sentença foi emitida a pedido da Primeira Promotoria de San Isidro. Sua detenção original de 72 horas terminou hoje Decisões de audiência de prisão preventiva para determinar se ele será privado de sua liberdade durante a investigação.
O pedido, apresentado pela promotora provincial Yanet Brisvado Roller Rodríguez, responde à investigação dos acusados. crimes de homicídio, omissão de socorro e fuga do local o acidente. Segundo a acusação e a defesa da família Marzano, Villar atropelou o jovem atleta na noite de 17 de fevereiro, no oitavo quarteirão da Avenida Camino Real, San Isidro, e fugiu sem ajudá-lo. Marzano morreu pouco depois, na madrugada de 18 de fevereiro, devido a um traumatismo contuso na cabeça.
A defesa jurídica das vítimas, liderada pelos advogados Julio César Mendoza Herrera e Carlos Miguel Grados La Rosa, solicitou as medidas de coação durante nove meses, lembrando que Villar deixou o local do acidente anonimamente, o que evitou procedimentos de emergência, como testes de álcool. O Ministério Público faz seu pedido sobre a importância dos fatos e dos riscos do procedimento, pois Villar pode tentar evitar ações judiciais.
A família da vítima enfatizou durante o processo que a presença da pessoa investigada no país e o seu acompanhamento deveriam ser assegurados. Pessoas próximas de Villar confirmaram que colaboraram com a investigação, entregando o carro e o seu passaporte, embora o Ministério Público e o advogado da vítima tenham sublinhado que foi esse o comportamento após o acidente. intenção clara de deixar a responsabilidade.
A prisão provisória de Villar foi realizada pela Agência de Inteligência de Trânsito e pela Unidade Especial de Acidentes da Polícia Nacional Peruana. A sentença foi tomada depois de Villar ter ficado vários dias sem comparecer perante as autoridades, enquanto a sua família conseguia entregar o carro à polícia e prestar depoimento. A família da vítima afirmou publicamente que o atraso tinha como objetivo afastar a bandeira, o que permitiria uma prisão imediata.
A investigação da morte de Lizeth Marzano causou alvoroço nacional e centrou-se na atuação dos suspeitos, sobretudo pelos laços da família Villar e pelo papel dos cidadãos na gestão do caso. Além das medidas para evitar a detenção, o Tribunal proibiu a pessoa sob investigação de sair do país durante nove meses, a fim de garantir a sua presença em tribunal.















