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Andaluzia oferece a 2.500 professores aposentados o retorno às salas de aula para orientação e treinamento não remunerados

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O presidente da Junta da Andaluzia, Juanma Moreno, na reunião de acompanhamento do governo do Parlamento da Andaluzia, no dia 12 de março de 2026 em Sevilha. (María José López/Europa Press)

O Conselho de Governo da Andaluzia deu luz verde a um novo decreto que rege a forma de “professor associado emérito em centros educativos apoiados por fundos privados da universidade”, além do estabelecimento da rede ‘Compartilhar Experiência’ que inclui o projeto. O objetivo, segundo informações fornecidas pelo próprio Governo da Andaluzia, é transmitir a experiência de professores aposentados para que continuem a agregar valor ao sistema educacional na sociedade, mas nenhum tipo de salário.

O programa estipula que você pode participar até 2.500 funcionários por anoque não receberão remuneração financeira nem ocuparão cargo docente ativo. Os candidatos devem ser aposentados – exceto por invalidez permanente -, ter menos de 75 anos e ter pelo menos 15 anos de experiência docente em centro universitário público ou privado na Andaluzia. Segundo a Administração, a cobertura inclui seguro de acidentes, doença e responsabilidade civil, bem como acesso gratuito ao setor cultural pelo mesmo período dos empregados ativos.

Através deste decreto, estes profissionais podem regressar ao centro educativo para atividades relacionadas com aconselhamento, formação de professores e colaboração em projetos complementares, sem assumir o papel de professor ativo. A Junta da Andaluzia destacou que o objetivo é, por um lado, reconhecer o extenso trabalho docente e, por outro lado, reforçar a cooperação “caso contrário significa uma redução do número de professores” nos centros.

Esses professores, conforme detalhado no artigo 6º do decreto, não têm direito ao trabalho, não podem assumir a função reservada aos professores do quadro e não recebem salário pelo seu trabalho: “A promoção do trabalho como professor associado emérito não dará direito a ocupar emprego, nem a exercer função comum a professor ativo, ou receber pagamento por seu desempenho“, como mencionado anteriormente.

Entre as opções de cooperação, existem duas formas distintas: ‘Estrada Aberta’onde professores reformados propõem projectos abertos a todos os centros andaluzes, e o ‘Estrada de concreto’recorra a um centro especial. A proposta será analisada e gerida por uma comissão independente e oito comissões provinciais, órgãos responsáveis ​​pela transparência e pelo bom funcionamento do processo.

Mais restrições à tortura. A Associação Não ao Bullying nas Escolas pede medidas preventivas sobre esta questão perante o Congresso. É desta organização que alertam para as dificuldades que provoca e pedem mais formação aos professores para identificarem os casos.

De acordo com o decreto do governo, O número máximo por ano é de 2.500 professores eméritos participantescom concurso público que estará aberto todos os anos de 1 a 30 de junho, tanto para profissionais interessados ​​como para o próprio centro educativo.

O catálogo de trabalhos a desenvolver parte da promoção da leitura e da gestão de bibliotecas escolares, da organização de palestras, workshops ou conferências, do apoio em atividades extracurriculares e da mentoria de professores e alunos. Além disso, considere o cooperação na reforma educativa, liderança académica, planos de mediação de conflitos, participação em publicações escolares ou redes sociais escolaresbem como promover projetos internacionais e competências em línguas estrangeiras. Em todos os casos, as tarefas atribuídas devem estar alinhadas com o plano central e ser aprovadas pela equipa de gestão.

A Junta da Andaluzia defendeu, tal como consta do regulamento, que este sistema “Não pretendemos impor salários adicionais aos membros deste grupo, nem contratá-los como funcionários ativos”. O objetivo declarado é aproveitar o conhecimento superior para fortalecer a qualidade do sistema educacional sem reduzir o quadro atual, afirmando a colaboração através a rede ‘Compartilhar Experiência’.

A monitorização e controlo do programa permanece nas mãos das comissões regionais e provinciais, que irão gerir a aprovação do projecto proposto e o pedido do centro. Segundo a Junta de Andaluzia, com esta iniciativa a comunidade está “na vanguarda da exploração dos talentos mais antigos”, promovendo a convivência intergeracional no domínio da educação e contribuindo para o reconhecimento público da profissão docente.



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