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Andrés Forero criticou fortemente o Petro após a queda do avião em Puerto Leguizamo, Putumayo: “Por que, como adversário, você se opôs ao investimento em defesa?”

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Briga entre Andrés Forero e Gustavo Petro pela queda do avião no Putumayo – crédito Catalina Olaya/Colprensa – Marckinson Pierre/Reuters

A queda de um avião militar Hércules C-130 da Força Aérea Colombiana (FAC) em Puerto Leguizamo, Putumayo, causou a morte de 66 militares e civis, o que abriu um debate nacional sobre a qualidade dos equipamentos e o papel do governo na aquisição de tecnologia de defesa.

O acidente, ocorrido durante um evento rotineiro na manhã desta segunda-feira, 23 de março de 2026, causou choque na opinião pública e troca de informações entre políticos, incluindo o presidente Gustavo Petro e membros da oposição.

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Autoridades confirmaram que o governo assumiu o controle do avião em questão em 2020, numa medida que, segundo o presidente, priorizou o custo em detrimento da segurança do trabalhador.

Gustavo Petro comentou na rede social X: “Sinto muita dor pelos filhos perdidos. No ano de 2020 compraram um cisne de milho e ele quebrou, vamos ver por quê?“.

O chefe de Estado questionou publicamente a política de compras militares da administração anterior, observando que “um governo que cobre o peito com puras penas e lantejoulas. Eles atiram balas em troca de palavras, mas compram subornos para a guerra.”

Enfatizou também que o acesso a materiais em condições precárias tem impacto direto nos setores sociais mais vulneráveis: “Compram miséria porque sabem que os jovens pobres usarão os resíduos para proteger o país.“.

Nos comentários do Petro está o apelo ao Ministério da Defesa e Finanças para reunir os sistemas responsáveis ​​pelo planeamento financeiro, Confis e Conpes, com o objectivo de agilizar a compra de novas armas, pedido que, segundo o presidente, não é atendido há um ano.

Quero que o Ministro da Defesa e Finanças recolha Confis e Conpes pela compra de armas que solicito há um ano.“, disse ele.

O presidente enfatizou a necessidade de eliminar a corrupção na aquisição de armas, declarando que “nenhum general deveria receber uma comissão em pesos pela compra de armas para proteger o povo”.

Além disso, exortou os membros das Forças Armadas a agirem com ética: “Um verdadeiro guerreiro não deve ter ganância no coração, a ordem é desobedecer ao inimigo“Na vida você não faz negócios, na vida de guerreiro você não obtém ganho pessoal.”

Após o exposto, Andrés Forero, representante da Assembleia e senador eleito pelo Centro Democrático, questionou a atual gestão e lembrou a decisão do presidente anterior sobre segurança.

“Se era ‘lixo’, por que continuou a servir no seu governo? Por que, como oponente, você se opôs ao investimento em defesa? Por que o ‘lixo’ não mudou em 4 anos de governo?“Forero escreveu na rede social.

Os legisladores também exigiram garantias sobre a manutenção dos navios: “Você pode garantir que toda a manutenção necessária seja feita neste e em outros equipamentos?



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