O ambiente político na Colômbia é caracterizado pela incerteza fiscal em torno da reforma tributária proposta pelo Governador Gustavo Peto, que visa garantir os recursos necessários para o orçamento do país em 2026.
N / D A iniciativa enfrenta obstáculos significativos no Congressoo ministro do Interior, Armando Benedetti, defende que o projeto ainda tem potencial para aparecer.
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“A reforma tributária não está sendo implementada como a mídia disse que estaria. Algumas pessoas que assinaram a carta já apoiaram e assinaram a declaração positiva”, disse Benedetti, confirmando que as opiniões das pessoas que foram apresentadas publicamente não são negativas.
O processo de inovação está na fase crítica. Os artigos serão debatidos esta semana pela comissão econômica do Congresso, depois que um grupo de parlamentares da terceira comissão do Senado apresentou recomendação majoritária.

Para que o projeto siga em frente, é necessária a aprovação da Terceira e Quarta Comissões do Senado e da Câmara dos Deputados antes de chegar ao plenário.
Esta situação complica o objectivo do governo de angariar os fundos em falta para o orçamento de 2026. Segundo Benedetti, “os 17 senadores deveriam ser 9 e estamos perto”, o que reflete a estreita diferença que pode determinar o futuro da iniciativa.
A apresentação da noite conta com o apoio dos senadores dos Conservadores, Liberais, Liberais, Cambio Radical e Centro Democrático
No entanto, o ministro do Interior insistiu que ainda há possibilidade de resistir à tendência e conseguir a aprovação dos artigos. As discussões estão marcadas para esta quarta-feira e, caso o projeto não seja aprovado, o estado enfrentará outro déficit de financiamento, como 2025.

O processo de reforma é caracterizado por problemas lógicos e políticos. Na terça-feira, 25 de novembro, o governo não conseguiu avançar a discussão por falta de quórum.
Na semana passada, a falta de assinaturas na resolução que pedia debate impediu que os artigos fossem discutidos. Benedetti reiterou que a lei financeira “não afundará” e que o executivo estará perto de obter os votos necessários da terceira comissão para a sua aprovação.
O debate sobre o projeto de lei de financiamento, que o governo espera adiantar US$ 16,3 bilhões, continuará no dia 26 de novembro no Congresso. Ao mesmo tempo, Benedetti apelou ao Tribunal Constitucional para se pronunciar sobre a reforma das pensões, que ficou nas mãos de um colega juiz após o empate na sala.
No início da sessão, não havia bancada parlamentar em cada comissão, embora houvesse quórum na mesma comissão, principalmente na terceira comissão do Senado, onde estavam oito de seus 15 membros.

Após nova convocação para atendimento ao noticiário, um secretário de Estado confirmou que o quórum foi completado, embora senlos meisel tenha condenado Carlos Meisel, o regimento do Congresso foi condenado mas não confirmou a presença dos senadores.
Foi convocada uma reunião para quarta-feira, dia 26, às 8h, momento em que a moção proposta será deliberada. Nesta discussão serão realizadas três atuações: Representado pelo governo e pela bancada, que busca arrecadar pelo menos 16 milhões de pesos; e dois da oposição, que votam a favor do projeto.
O primeiro deles, apresentado pelas deputadas Katherine Miranda, será debatido pela primeira vez, seguido pelos dez senadores da terceira comissão liderada por Efraín Ceprea Conesservative.















