Num comunicado recolhido pela Europa Press, oficiais curdos e comandantes das Forças Democráticas Sírias (SDF) alertaram que a diminuição do apoio internacional poderia encorajar a reactivação de redes jihadistas, favorecendo a restauração da sua capacidade de operar na Síria e nas áreas circundantes. Esta preocupação junta-se à análise de especialistas militares, que salientaram na mesma transmissão a importância de manter um esforço coordenado para conter o aumento do extremismo violento. A história principal centra-se na série de tropas norte-americanas em cooperação com as FDS, que resultou num grande ataque à infraestrutura e à rede de comando do Estado Islâmico, impedindo a reorganização de células radicais na região.
A ofensiva militar foi concebida em resposta ao assassinato de três cidadãos americanos, dois deles soldados, nas proximidades de Palmyra. Segundo a Europa Press, após estas ações, a cooperação entre as FDS e os Estados Unidos adquiriu um caráter mais forte, centrando-se no controlo das atividades insurgentes e na troca de informações estratégicas. Esta coordenação reforçada permitiu a preparação e execução de uma operação em grande escala no nordeste da Síria, cujo objectivo era destruir os setenta principais nós da rede logística e de comando do Estado Islâmico.
A Europa Press informou que as operações militares são apoiadas por recursos sofisticados, incluindo caças, helicópteros armados, artilharia pesada e mais de uma centena de tipos de armas avançadas. Com esta instalação, as forças aliadas procuraram enfraquecer os sistemas críticos que asseguram o funcionamento e movimentação das células jihadistas, limitando a renovação de lideranças e a criação de novas ameaças em áreas estratégicas.
A mídia explicou detalhadamente que, além dos ataques habituais, a operação incluiu operações de inteligência de alto nível destinadas a antecipar movimentos armados e impedir atividades violentas. Este fluxo de informação estratégica permitiu identificar as rotas da actividade militante, bem como a localização das principais infra-estruturas logísticas em ambientes urbanos e rurais, que afectaram directamente a capacidade do Estado Islâmico de reconstruir linhas de abastecimento e estruturas internas.
As FDS enfatizaram o impacto destes ataques, que conseguiram destruir os recursos necessários à sobrevivência e expansão do extremismo violento na região. Os seus líderes confirmaram, conforme noticiado pela Europa Press, que a pressão estratégica constante é essencial para evitar que o Estado Islâmico recupere a sua presença, gerindo a construção de novas infra-estruturas ou expandindo-se para áreas onde anteriormente era fraco.
Durante o ano passado, as forças locais aceleraram as operações destinadas a desmantelar o sistema de apoio e financiamento às células jihadistas, detalha a Europa Press. Entre estas ações estão a captura de figuras proeminentes dentro da organização, o corte de rotas de recrutamento, o bloqueio de canais financeiros e a ausência de redes logísticas dedicadas ao apoio de armas e à movimentação de combatentes dentro do território da Síria.
A Europa Press noticiou ainda que o comandante curdo mantém a necessidade de reforçar o apoio internacional nos domínios técnico, logístico e de inteligência, além do apoio militar direto. Segundo estes comandantes, a manutenção da cooperação internacional e da troca de informações a longo prazo é o principal obstáculo ao regresso das atividades terroristas na Síria.
A estratégia dos Estados Unidos e dos seus aliados baseia-se na detecção precoce de tentativas de restauração das forças jihadistas. Por este motivo, mantém-se a presença de reservas organizacionais que possam responder rapidamente a incidentes em áreas vulneráveis ou locais designados como ativos devido à movimentação não autorizada de equipamentos e combatentes. Esta política de acção selectiva, segundo os meios de comunicação social, resultou numa redução da actividade visível de grupos extremistas no terreno.
O fluxo constante de informações precisas é outro pilar da estratégia, permitindo aos responsáveis pela segurança mitigar potenciais ameaças e antecipar eventos adversos decorrentes da insurreição. As FDS e os seus aliados concentram-se em operações em ambientes onde há sinais de recolha de armas, tentativas de reagrupar ou atividades suspeitas ligadas a software rebelde, explica a Europa Press.
Este método de intervenção imediata responde à política da região que visa controlar a propagação da violência tanto na Síria como nas fronteiras, evitando a expansão da área ameaçada e o aparecimento de novos pontos de instabilidade no mundo geopolítico. Mesmo no contexto de conflito político, as FDS deram prioridade à segurança, coordenando operações especiais com funcionários do governo central sírio, mobilizando recursos comuns contra a ameaça representada por intervenientes jihadistas em diferentes locais.
A Europa Press também recolheu testemunhos de especialistas e líderes curdos, que acreditam que a continuação das operações ativas desempenha um papel fundamental na prevenção do regresso e do desenvolvimento do Estado Islâmico nas regiões de divisão e instabilidade. Os comandantes das FDS reiteraram o seu apelo à preservação e ao aumento da cooperação internacional e insistiram na importância de eliminar outras fontes de financiamento para evitar a criação de novas estruturas terroristas.















