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As Filipinas confirmaram a sua segunda morte de civil no conflito no Médio Oriente

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Banguecoque, 7 abr (EFE).- O governo das Filipinas confirmou terça-feira a morte de um segundo cidadão do país do sudeste asiático em consequência do conflito no Médio Oriente, depois de um ataque com foguetes ter atingido a sua casa no norte de Israel, segundo um comunicado do Departamento dos Negócios Estrangeiros.

A mulher morreu no domingo, 5 de abril, no porto de Haifa (norte de Israel) juntamente com o marido, cidadão israelita, e os pais, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros filipino, que não revelou a identidade do falecido.

De acordo com os serviços de emergência de Israel, os corpos foram encontrados um dia depois nos escombros de um edifício residencial atingido por um foguete que Tel Aviv atribuiu a Teerã.

O Irã disparou no domingo seis mísseis contra cidades no norte e no sul de Israel, o sexto dos quais resultou em um ataque direto a um prédio residencial em Haifa.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros das Filipinas anunciou que a Embaixada das Filipinas em Tel Aviv notificou as famílias dos falecidos, e garantiu que o repatriamento dos restos mortais está a ser feito “rapidamente”, apesar das dificuldades causadas pela guerra na região.

Esta é a segunda morte de um filipino desde o início da guerra EUA-Israel com o Irão. A primeira ocorreu em 1º de março, quando um trabalhador foi morto enquanto procurava seu empregador em um abrigo antiaéreo.

As autoridades filipinas estimam que pelo menos dois milhões dos seus cidadãos vivem no Médio Oriente, muitos deles trabalhadores migrantes afectados pela escalada do conflito.

Assim, Manila disse na semana passada que Teerão estava empenhado em permitir a passagem segura de navios de bandeira filipina no Estreito de Ormuz, fundamental para o comércio global de energia e bloqueado no conflito, embora não houvesse um prazo específico.

Já o presidente dos EUA, Donald Trump, reiterou sua ameaça a Teerã e enviou mais uma vez uma mensagem contraditória sobre a guerra com a nação persa, mantendo a incerteza horas antes do fim do ultimato para a nação persa chegar a um acordo. EFE



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