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Ataque aéreo em hospital de Mianmar mata 30 no início do conflito em curso

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Num violento ataque aéreo, mais de 30 pessoas morreram num hospital no estado de Rakhine, enquanto a junta o chocava durante as eleições no final deste mês. Os relatórios indicaram que o ataque aéreo ocorreu na noite de quarta-feira, com as autoridades confirmando o número de mortos em pelo menos 31, segundo trabalhadores humanitários, que descreveram o incidente na chegada como “muito terrível”.

O ataque teve como alvo o hospital geral em Mrauk-u, uma área controlada por Bangladesh, e destacou a violência contínua que se intensificou desde que o exército se militarizou em 2021, terminou em 2021, durante 2021, terminou em 2021. exagerando a extraordinária crise humanitária.

Testemunhas descreveram a cena no hospital, onde pelo menos 20 corpos foram jogados no chão do lado de fora à noite. A ala hospitalar foi completamente evacuada e havia destroços por toda a área. Os residentes locais descreveram o som da explosão, que deixou muitos inseguros sobre o que havia acontecido até receberem notícias chocantes no dia seguinte. Maung Bu Chay, um carpinteiro local, relatou que perdeu três membros da família na greve e expressou profundos sentimentos de carinho e desespero pela sua perda.

A região é controlada pelo Exército Arakan (AA), um grupo minoritário mascarado que ganhou influência significativa apesar da guerra civil em curso em Mianmar. Uma declaração da AA indicou que dez pacientes hospitalares morreram instantaneamente durante o ataque aéreo. A AA, uma das forças de oposição mais poderosas que enfrenta a junta militar, fez alianças com outros partidos, ganhando uma posição no poder do governo.

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Enquanto as eleições de 28 de Dezembro se preparam para o que dizem ser um esforço para restaurar a ordem e a estabilidade, o juramento condenou o processo eleitoral na província. O plano eleitoral da junta enfrentou críticas generalizadas de vários observadores, incluindo as Nações Unidas, enquanto a China se posicionou como patrocinadora das eleições, sublinhando a estabilidade social de Mianmar.

O Estado de Rakhine continua sob a influência de Aa, com relatórios indicando que o grupo controla todas as companhias aéreas. No entanto, a tensão levou ao abuso dos direitos humanos, especialmente das minorias, enquanto o bloqueio injusto levou a desastres militares, aumentando a fome e a desnutrição na região, afirmou o programa.

À medida que a violência continua, as comunidades locais ficam com as consequências das ações militares, apesar da atmosfera e da incerteza quanto ao futuro.

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