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Autoridades da Guatemala e dos EUA libertaram dois guatemaltecos acusados ​​de assassinato

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A extradição de dois cidadãos guatemaltecos procurados por homicídio fortalece a cooperação entre a Guatemala e os Estados Unidos. (Cortesia: Embaixada dos EUA na Guatemala)

Deixar autoridades da Guatemala e dos Estados Unidos realizou a extradição de dois cidadãos guatemaltecos procurados por homicídio, após sua prisão no referido país centro-americano, confirmaram fontes diplomáticas e judiciais.

A cooperação entre os dois países nasceu de uma preocupação comum: a expansão da rede internacional que aproveita a fronteira como refúgio.

Tal como confirmado pelas autoridades guatemaltecas e pelo Departamento de Justiça dos EUA, a libertação de cidadãos centro-americanos tornou-se um pilar da política de segurança entre as duas partes, reforçada nos últimos anos pelo aumento dos crimes cometidos nos Estados Unidos, nos quais os perpetradores procuram esconder-se nos seus países de origem.

Por publicação em X, o Procurador-Geral Adjunto dos Estados Unidos, Todd Blanche, apresentou a Guatemala como “parceiro de confiança” na luta para levar criminosos violentos à justiça.

A cooperação entre os dois países permitiu encontrar dois homens que, após alegadamente terem cometido crimes graves nos Estados Unidos, regressaram à Guatemala tentando fugir às suas obrigações legais.

um deles é Quevin Juan Carlo Pixola-Laraexigido pelo Gabinete do Procurador Distrital de Baltimore. face duas acusações de homicídio e agressão pelas filmagens ocorridas em 1º de janeiro de 2024. Durante a comemoração houve Baltimoreonde a violência armada transformou o início do ano num desastre.

Em parte, Jorge Trujillo (referido como “Gonzalo Paiz-Pineda”) está nos arquivos do Ministério Público de Los Angeles desde março de 2008. Ele foi acusado de homicídio, tentativa de homicídio e agressão com arma de fogo. As autoridades guatemaltecas confirmaram a sua identidade após anos de clandestinidade, facilitando a sua libertação.

Universidade Nacional
A Agência Nacional de Polícia da Guatemala está vigiando Quevin Pixola-Lara e Jorge Trujillo. (Cortesia: Embaixada dos EUA na Guatemala)

O processo exigiu uma estreita colaboração entre diferentes departamentos. Do lado dos EUA, o Escritório internacionalele FBI (Departamento Federal de Investigação) e o Serviço de Marechais. Do lado guatemalteco, as autoridades policiais e judiciais coordenaram as detenções e os procedimentos em conformidade.

Não importa onde estejam escondidos, estes violentos criminosos estrangeiros enfrentarão justiçaTodd Blanche anunciou na sua mensagem, destacando o compromisso de ambos os governos em abolir a imunidade.

O sucesso destas detenções não é isolado. A operação exigiu uma coordenação clara entre as agências de inteligência e segurança de ambos os países, demonstrando que a soberania nacional não é um obstáculo à justiça criminal.

  • Dos Estados Unidos: O Escritório de Assuntos Internacionais da Departamento de Justiçaele FBI e o Serviço de Marechais dos EUA. (Marechais dos EUA).
  • Na área da Guatemala: A coordenação coube às autoridades policiais e judiciais da Guatemala, que efetuaram a prisão e facilitaram o processo de sua libertação.
Isto inclui processos de extradição
A operação de extradição envolveu a coordenação entre o FBI, o Bureau de Assuntos Internacionais, o Marshals Service e as autoridades guatemaltecas. (Foto: Todd Blanche)

Para os observadores internacionais, esta medida confirma a posição da Guatemala como um aliado fundamental de Washington na região. Os países da América Central estão prontos a cooperar activamente na deportação e libertação de pessoas que representam uma ameaça à estabilidade regional.

As confissões destes fugitivos alertam aqueles que usam a imigração ou a repatriação como táctica para fugir à lei.



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