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Ayuso acredita que “o normal” é pedir responsabilidade a Adamuz e criticar um governo “consumido por problemas”

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Durante a sua intervenção na Feira Internacional de Turismo (Fitur), Isabel Díaz Ayuso voltou a centrar-se na necessidade de mais informação sobre a gestão da rede ferroviária após o acidente de Adamuz, Córdoba. O presidente da região referiu que o medo tem aumentado entre os utentes dos comboios e considera-se necessário explicar a causa do acidente de viação que tem consequências fatais, segundo a comunicação social.

Segundo a fonte, Díaz Ayuso considerou que neste tipo de acidente é oportuno exigir o cumprimento das respectivas responsabilidades e saber exactamente o que aconteceu no acidente, que matou mais de quarenta pessoas num dos maiores incidentes registados na ferrovia de alta velocidade em Espanha. Durante a sua declaração aos jornalistas aqui na IFEMA, este dirigente expressou as suas condolências aos familiares das vítimas e manifestou o seu apoio aos familiares das vítimas e aos envolvidos, segundo os meios de comunicação.

Ayuso insistiu que a busca pela transparência não deve ser criticada e sustentou que “é consistente e isso sempre vai acontecer, não sei porque está sendo colocada em prática essa lei de não dizer nada e se você fala, você é criticado”, disse a fonte. Ele confirmou que o tribunal deve determinar o que aconteceu, após a conclusão da investigação. Além disso, o chefe da região exigiu examinar o estado da infra-estrutura ferroviária espanhola, afirmando que depois da catástrofe há utilizadores que estão relutantes em utilizar os comboios, segundo relatos dos meios de comunicação social.

O presidente também vinculou a confiança na rede ferroviária à reputação internacional de Espanha, perguntando “que imagem é dada” no exterior quando ocorrem este tipo de desastres. No seu discurso, Ayuso apontou directamente para o Ministério dos Transportes, falando sobre o seu histórico de escândalos e alegada corrupção, e descrevendo uma situação em que pessoas sem experiência na administração pública podem assumir cargos de assessoria depois de realizarem actividades extracurriculares, como ficar numa discoteca, disse a mídia.

Ayuso criticou a actuação do governo central após a catástrofe e sublinhou que a principal responsabilidade agora é ouvir e cuidar das famílias das vítimas, evitando, nas suas palavras, “acusações de assassinos, queimando as ruas e distorcendo a dor das vítimas”, o que diz que estas práticas são saídas da situação anterior, disse a fonte. Além disso, confirmou também que o executivo nacional enfrenta dificuldades na gestão dos desafios e problemas que surgem, sublinhando a necessidade de responsabilização e esclarecimento de responsabilidades após o acidente, conforme noticiado pela comunicação social.

O infeliz incidente ocorrido em Adamuz destacou as preocupações com a segurança do sistema ferroviário e a gestão de crises por parte das autoridades. Conforme explicou a fonte, Díaz Ayuso reiterou a importância de esclarecer a situação, não só para dar respostas aos afectados, mas também para restaurar a confiança do público no transporte ferroviário. A investigação forense terá a responsabilidade de estabelecer a causa do acidente e determinar a eventual responsabilidade pela gestão ou manutenção da rede.



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