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Azcón “entende” o trator: “Do PP defenderemos o PAC onde e como for necessário”

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Jorge Azcón manifestou o seu apoio aos criadores e agricultores que realizaram uma grande manifestação no centro de Saragoça e disse compreender a motivação da campanha. Conforme noticiado pela comunicação social, o candidato do Partido Popular à Presidência de Aragão defendeu que a situação do sector agrícola responde à inflação e à concorrência desleal, problemas que – segundo as suas palavras – afectam o sector há muitos anos e exigem uma solução urgente. Neste contexto, Azcón participou na sua primeira campanha de sensibilização de uma casa de aluguer para jovens em Saragoça, acompanhado pela presidente da Câmara Natalia Chueca, membro do governo regional, representante provincial e eurodeputado Borja Giménez Larraz.

A mídia afirma que a posição de Jorge Azcón sobre acordos internacionais como o Mercosul é clara: ele não apoiará nenhum acordo que possa causar danos ao campo aragonês. Azcón afirmou que “não apoiará nenhum acordo sem medidas de proteção ou benefícios para os agricultores” e destacou a necessidade de eliminar procedimentos burocráticos que dificultam a vida dos profissionais da área. Sublinhou a importância de exigir um contrato especial para quem trabalha na agricultura e pecuária em Aragão e a eliminação de procedimentos excessivos é essencial para garantir a competitividade e o bem-estar no campo.

Segundo o comunicado recolhido pela comunicação social, Azcón sublinhou que a Política Agrícola Comum (PAC) é um elemento essencial para a competitividade e o bem-estar do campo. Reiterou que o Partido Popular defenderá a PAC em todas as circunstâncias e em todas as circunstâncias, afirmando que o financiamento europeu atribuído ao sector primário é um pilar para a estabilidade e o progresso nas zonas rurais. O candidato enfatizou especificamente o possível corte orçamental de 20% que o PAC enfrenta na União Europeia e disse que o seu partido exigirá em Bruxelas o aumento deste financiamento em 45 mil milhões de euros. A este respeito, anunciou: “Tal como fiz como presidente de Aragão, fui a Bruxelas falar com o Comissário da Agricultura para exigir a ausência de uma política agrícola comum”.

O líder do PP aragonês abordou com firmeza as preocupações das organizações agrícolas sobre os compromissos e acordos internacionais que têm impacto direto nas condições de produção locais. Segundo fontes, Azcón insistiu que rejeita qualquer acordo internacional que não inclua um sistema claro de proteção para os produtores aragoneses. Para os candidatos, a falta de garantias cria concorrência desleal e aumenta a complexidade da indústria, o que torna ainda mais difícil a redução dos custos laborais.

Durante o evento, Jorge Azcón destacou que as demandas dos agricultores e pecuaristas respondem aos problemas estruturais do meio rural. Ele manifestou sua compreensão sobre os protestos e afirmou que é preciso responder às demandas daqueles que são afetados pelo aumento da renda e pela desigualdade causada pelo contrato sem proteção. Os meios de comunicação explicaram que a intervenção de Azcón ocorreu quando centenas de tratores bloquearam a entrada do centro da cidade de Saragoça, mostrando a dimensão do movimento.

Azcón pediu a simplificação do procedimento administrativo para os profissionais da área, ao mesmo tempo que reiterou a necessidade de garantir as condições administrativas do concurso. Ele disse que a burocracia excessiva sufoca a concorrência e reduz a capacidade do sector para lidar com os desafios. Segundo o portal de informação, o candidato popular insistiu que irá pressionar o seu partido político em Bruxelas para evitar a redução do orçamento da PAC e promover o crescimento da riqueza da comunidade dedicada à agricultura e pecuária.

Os meios de comunicação noticiaram que a concentração de tratores e agricultores no centro de Saragoça fazia parte de uma série de eventos organizados pelo setor em diferentes áreas. O protesto procura chamar a atenção para uma situação que, segundo os manifestantes e o próprio Azcón, é injusta devido a uma combinação de factores negativos, incluindo aumentos de preços e a falta de um sistema de protecção contra a concorrência estrangeira.

As repetidas opiniões de Azcón sobre a política europeia e os acordos internacionais confirmam o compromisso do Partido Popular em proteger os interesses do primeiro setor em Aragão. O candidato recordou a sua experiência anterior no trato direto com as autoridades de Bruxelas e ofereceu uma perspetiva centrada em garantir que as decisões tomadas a nível europeu vão ao encontro das necessidades dos agricultores e criadores aragoneses.

Durante o evento, a presença de autoridades locais e representantes de instituições do PP apoiou a intervenção de Azcón, segundo meios de comunicação privados. A atmosfera reflectiu as preocupações do partido sobre a política europeia e o seu impacto na agricultura regional. O empenho demonstrado por Azcón em aumentar a PAC para a marca dos 45 mil milhões de euros, segundo uma fonte, é uma das principais reivindicações que o PP pretende defender no Parlamento Europeu.

A medida confirmou as propostas do candidato de simplificação administrativa e fortalecimento da moeda europeia. Jorge Azcón concluiu a sua intervenção reiterando que a defesa do PAC e de condições justas para o campo é uma parte central do seu programa e que o Partido Popular continuará a “defende-lo onde e como for necessário”, segundo a fonte.



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