Já foi 8 mil bolivianos irão às urnas neste domingo, 22 de março, para participar das eleições regionais. e eleger as principais autoridades da região. Dia de eleições, convocado por Tribunal Superior Eleitoralunir-se aos nove departamentos do país.
Eles serão renovados nestas eleições governadores, membros de assembleias departamentais, prefeitos e vereadores, bem como autoridades regionais e nativasem uma das fases mais amplas do sistema democrático boliviano. No total, mais de 5.000 espaços públicos golpe histórico do candidato: Mais de 34 mil estão cadastrados.
Da mesma forma, diversas organizações políticas participam da competição, refletindo a diversidade do cenário político boliviano. Entre eles, está registrado o governo Alianza Patria, inserido em outros setores, do Movimento Revolucionário de Esquerda (MIR), do ex-presidente Jaime Paz Zamora (1989-1993), pai do atual presidente Rodrigo Paz.
Pátria foram registados em algumas áreas, mas ninguém conseguiu destacar-se nas urnas, pelo que o resultado da eleição pode ser confuso. termômetro do peso real do apoio do presidente na região.

Estas eleições representam um momento importante no estabelecimento da autoridade territorial na Bolívia. As posições mais contestadas são aquelas que compõem o chamado “eixo central”: La Paz, Cochabamba e Santa Cruzque concentra riqueza e população.
Em Santa Cruz, os candidatos que concorrem a governador têm maior vantagem segundo as pesquisas o atual governador Luis Fernando Camacho, que busca a reeleição, e o empresário tecnologia e o ex-candidato a vice-presidente Juan Pablo Velasco. A definição deste voto tem um impacto significativo pela importância demográfica, política e económica de Santa Cruz, mas também pela relação dos principais candidatos com o Governador: Camacho é aliado do presidente Paz, enquanto Velasco é uma das principais forças de oposição a nível nacional.
Outra posição importante no mundo político de hoje é a do governador de Cochabamba, que O candidato com maior vantagem nas pesquisas é um dos alunos do ex-presidente Evo Morales: o líder coca Leonardo Loza. O analista político Carlos Saavedra confirma isso “O verdadeiro candidato é Evo” e acrescentou que, embora o ex-presidente apoie outros candidatos em outras situações, “não há candidatura tão grande e importante como a de Loza”.
Por outro lado, em algumas áreas assistiu-se ao surgimento de líderes que estiveram fora da arena política nos últimos anos, tais como o ex-prefeito de La Paz, Luis Revilla, que concorre a governador depois de estar exilado por cinco anos; ou a ex-prefeita de Santa Cruz de la Sierra, Angélica Sosa, que voltou aos holofotes após ser libertada da prisão acusado de corrupção múltipla.
As eleições são realizadas lá uma economia complexa e grandes expectativas para a distribuição da riqueza nacionalporque prometeu iniciar a gestão de Rodrigo Paz modelo chamado “50/50” onde procuram fortalecer a distribuição de poder e soberania.
De acordo com o relatório do gabinete eleitoral, o resultado das eleições provisórias deverá ser divulgado às 21h00 locais. O único lugar onde a lei inclui rodízio é no governador: Se nenhum candidato obtiver a maioria exigida (50% dos votos ou mais de 40% com vantagem de pelo menos 10% em relação ao segundo), uma nova eleição será realizada em abril.
Com a posse dos eleitos em maio, o moldar o mapa político da Bolívia para os próximos cinco anos.















