A ligação terminou com um alarme soando como se estivesse abrindo uma porta. Alguns jovens que pretendem estudar receberam uma mensagem prometendo acelerar a sua entrada no Beca 18.
A conexão chegou WhatsApp. Por outro lado, uma pessoa que se ofereceu como consultor do Programa Nacional de Bolsas e Crédito Educacional. O debate foi direto: os candidatos foram pré-selecionados e tiveram que passar rapidamente por uma avaliação psicológica. A mensagem continha um pedido de dados pessoais e um link para a referida atualização.
Segundo os depoimentos recolhidos, tudo começou com uma mensagem direta. “Tudo aconteceu através do WhatsApp. Eles entraram em contato com os requerentes e um dos acusados entrou em contato com eles. Conselheiro do PRONABECcom a história de que quando foram pré-selecionados precisavam fazer uma avaliação psicométrica”, dizia uma das histórias.
Uma jovem disse que recebeu uma ligação que a assustou. “Um conselheiro me ligou e disse que era do PRONABEC, que fui escolhido para a bolsa e fiquei feliz”, disse. Nesse clima, o suposto conselheiro pediu mais informações: “Dictame pediu os números da minha irmã, dos meus pais, do meu irmão”. O requerente explicou que forneceu estes dados porque acreditava que o relacionamento era normal. “E eu fiz isso porque pensei que era verdade”, disse ele.
A ordem não terminou aí. O revisor insistiu que um link deveria aparecer no WhatsApp. “Aí ele começou a me falar que tem um link aparecendo no seu WhatsApp e eu falei para ele: ‘Não, seu WhatsApp precisa ser atualizado’. Ele me disse: ‘Senhora, como atualizar?’ Ele me disse: ‘Vou te dar alguns códigos e você vai me dar Edite o código que você recebeu’. E eu escutei, passei por ele…”, disse a menina.
Esta troca permitiu que fraudadores inserindo informações confidenciais. Em alguns casos, eles até fizeram videochamadas.
O testemunho indica que os golpistas não estavam apenas pedindo informações de contato. Eles também ofereceram uma estimativa adicional. “Eles fizeram uma videochamada e receberam muitas informações importantes, além de fazerem algum tipo de avaliação física em que tinham que mostrar partes do corpo como as costas”, segundo a reportagem.
Um dos envolvidos descreveu um momento que o deixou confuso. “Então ele me disse que faria a camisa pólo para mim olhe para trásNão sei. É aí que eu entendo… Isso meio que vem… Estou confuso”, disse ele. Isso aconteceu no que essa garota pensava ser uma ligação oficial.

Esses tipos de golpes não são novos; No ano passado, o Programa Nacional de Bolsas e Crédito Educacional afirmou que não exige pagamento nem realização de avaliação médica como requisito para solicitação de bolsas ou empréstimos educacionais. “Abaixo Em hipótese alguma efetuaremos ou solicitaremos pagamento, e não realizaremos videochamadas ou solicitaremos exames médicos. como pré-requisito para solicitar bolsas de estudo ou créditos educacionais”, afirmou a instituição.
Além disso, apelou aos cidadãos para que tenham cuidado. Ele instou as pessoas a não fornecerem informações pessoais a estranhos e a verificarem as informações antes de compartilhá-las. Lembrou que o processo de candidatura é público e transparente, não sendo gerido através de redes sociais ou através de mensagens sem identificação clara.
A instituição disse que se houver informação recebida em mensagem de texto ou WhatsApp sem autor conhecido ou com links suspeitos, É melhor não confiar e não compartilhar dados. Ele alertou que esse tipo de comunicação pode ser uma farsa.
Para aceder à informação oficial sobre o concurso de bolsas e habilitações literárias, indica-se que deverá consultar os canais oficiais: o site da instituição, a conta verificada no Instagram e Facebook, o número gratuito 080 00 00 18, a central telefónica (01) 612 82 30 e o WhatsApp da instituição 914 121 106.















