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Catar condena novos ataques com mísseis iranianos que não causaram danos ou feridos

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As autoridades do Qatar expressaram preocupação com os contínuos ataques no seu território, sublinhando que estes ataques acontecem “todos os dias”, segundo o porta-voz dos negócios estrangeiros, Majed al Ansari. Neste contexto, a principal notícia gira em torno da intercepção de cinco mísseis balísticos de origem iraniana, que o Exército do Catar retirou sem registar vítimas ou danos materiais, segundo o relatório do Ministério da Defesa do país.

Segundo a mídia, o governo do Catar confirmou que na terça-feira as forças armadas interceptaram cinco mísseis balísticos enviados do Irã. O Ministério da Defesa do Catar determinou, através das redes sociais, que os projéteis não feriram ou danificaram a infraestrutura local, e destacou o sucesso da operação de neutralização. O ataque ocorre no meio de tensões crescentes na região, que atingiu o seu décimo primeiro dia após um grande ataque perpetrado por Washington e Tel Aviv em 28 de Fevereiro. O Irão, em resposta, liderou guerras com vários países da região, incluindo países vizinhos do Golfo, como o Qatar.

A mídia notou que, após o novo ataque, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majed al Ansari, compareceu em entrevista coletiva para confirmar a posição do seu Reino sobre a crise atual. Al Ansari disse que é necessário encontrar uma solução diplomática para o conflito regional que foi desencadeado após a intervenção militar conjunta dos Estados Unidos e de Israel. No entanto, alertou para a dificuldade de realizar negociações ou qualquer forma de mediação, dada a frequência dos ataques ao território do Catar. A este respeito, disse: “É difícil falar sobre soluções, mediação ou resolução pacífica do conflito quando o Qatar está sob ataques diários”, e voltou a apelar ao fim imediato destas atividades.

O meio de comunicação informou que a resposta das instituições do Qatar incluiu críticas à mensagem emitida pelo anterior presidente iraniano, Masud Pezeshkian, que fez uma declaração pública na qual prometeu parar os ataques iranianos na região. Al Ansari condenou que tais declarações não se refletem no terreno, culpando o Irão por manter a pressão militar sobre o seu país e outros países vizinhos. Conforme noticiado pela mídia, o porta-voz sublinhou que o Catar responderá na mesma moeda a qualquer nova agressão contra a sua soberania.

O ataque balístico faz parte de uma série de operações militares contra dezenas de estados da região, na sequência de uma ofensiva lançada em Fevereiro. Segundo a comunicação social, a República Islâmica do Irão sustenta que as suas ações militares visam os interesses dos Estados Unidos na região, o que tem suscitado preocupações entre os governos vizinhos sobre a possibilidade de uma ruptura e a estabilidade do Golfo Pérsico.

O Exército do Qatar apresentou a última detenção como um exemplo da sua capacidade militar e determinação em proteger a integridade do país. O Ministério da Defesa confirmou que a intervenção evitou danos ao território do Catar e ao seu povo. Estas ações ocorrem num período de tensão internacional, que se caracteriza pela ascensão dos militares e pela escala dos ataques à comunidade internacional e à população da região.

As autoridades do Qatar confirmam que continuarão a procurar apoio diplomático para travar a escalada do conflito, mas alertam que cada acto de hostilidade receberá uma resposta dentro dos parâmetros do respeito mútuo, garantidos pelas regras internacionais e pela política de segurança do emirado. O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar enfatizou a prioridade de proteger a segurança interna sem abandonar os canais diplomáticos.



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