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Cerca de 70 mil pessoas marcharam em Belém para questionar a COP30 e exigir a verdade sobre o clima

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Manifestantes fazem sinal de cobra durante manifestação para pedir restrições de justiça e segurança durante conferência das Nações Unidas (COP30), em Belém, Brasil, neste 15 de novembro (Reuters/Adriano Machado)

Cerca de 70 mil pessoas participaram neste sábado em Belém, BRASILem protesto contra a 30ª Conferência das Nações Unidas dos partidos anti-mudança climática (COP30). A manifestação, organizada pelo público sob o lema “da Amazônia para o mundo: o fim da desigualdade e da raça”. Pedidos urgentes por justiça ambiental e social na região amazônica e no mundo.

O dia começou fora do site oficial da COP30, com uma marcha completada por Ativistas, representantes indígenas e membros de movimentos sociais internacionais. De acordo com informações publicadas pela Cidade de São Paulofiguras famosas como Ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do Brasil, Marina Silvaapresentou uma declaração na qual escreveu sobre a importância desta reunião como um ponto de viragem na luta contra as alterações climáticas.

Ativistas andam em caixões
Ativistas climáticos protestam com caixões cheios de carvão, petróleo e gás em Belém, Brasil (AP Photo/Andre Penner)

Silva disse que este é o “custo da verdade, da comentação”, e insistiu na urgência de avançar para “a transição, o abrandamento e o fim do petróleo”. Ele acrescentou que o Brasil é “o único país do mundo que já tem o roteiro” e detalhou um 50% de desconto no Amazon We Forestassim como Incêndios florestais em áreas estratégicas como o Pantanal e o Cerrado são uma grande ameaçaembora tenha admitido que “não basta” e reiterado o seu compromisso de “não morrer”.

Durante a manifestação, houve um vídeo show que mostra o “enterro do óleo de fólio”, com um caixão gigante e a participação de ONGs e artistas internacionais da Universidade do Pará. Entre as obras de arte, a “doença”, a escultura do presidente dos EUA, Donald Trump, também parou. Só que as críticas não levaram os líderes para o exterior, porque o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva foi mostrado a beber óleo, ao excluir as notícias a serem discutidas na Amazônia, E a expansão do rio e a expansão da mineração também foram negligenciadas. Os manifestantes também agitaram bandeiras Palestinaexpandindo o tamanho da reivindicação.

Manifestantes segurando cartazes lá
Manifestantes seguram cartazes com os dizeres “sem justiça climática, sem direitos indígenas. Sem florestas, nada” em Belém, Brasil, 15 de novembro de 2025

Eles participaram da marcha Movimentos sociais no Quénia, nas Filipinas e na Malásiaque, disse o diretor executivo da Paz Verde Para Espanha e Portugal, Eva Saldaña preparou a mesa para a humanidade e o território humano criado pela crise climática. Saldaga lembra que “a emergência ainda está aqui” e alerta que a falta de medidas pesadas aumenta o aumento da atividade excessiva. Ele apelou aos líderes mundiais para que alcançassem um acordo histórico “sem desculpas”.

Manifestantes participam de manifestações
Manifestantes participam de manifestação exigindo justiça e proteção dos constrangimentos durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, Brasil, neste sábado (Reuters/Anderson Coelho)

A campanha em Belém trouxe de volta a marcha global do primeiro-ministro mundial no mundo do meio ambiente no período oficial, Após três anos de detenção policial em países como o Azerbaijão, o Dubai e o Egipto, a liberdade de expressão e de protesto foi limitada. A prioridade anterior era a marcha global durante a COP26 em Glasgow.

Dezenas de milhares de manifestantes, incluindo muita expressão nativa, Marcharam em grande número no mercado local até à zona do Parque da Cidade, sede da COP30, e defenderam-se naquele sábado com o envio de tropas fortes e cercas fortes. Embora os organizadores tenham assistido 70 mil pessoas, outra estimativa aponta para 50 mil.

Um manifestante segurando uma placa
Manifestante segura cartaz com o slogan “Respeite a Amazônia” durante manifestação pela Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) em Belém, Brasil, em 15 de novembro de 2025

Nas ruas, músicas ambientais se misturam a ritmos populares locais e alguns participantes carregam símbolos como lanças ou arcos e flechas, considerando a luta histórica do relato amazônico. Referências Txai SuruíO activista indígena, pediu maior “pressão” não só para que o país cumpra as suas promessas, mas para evitar problemas na luta contra o clima. “Queremos forçar que as promessas dos países não sejam cumpridas mas não há condições aceites”suas palavras o uniram AFP.

Manifestantes de comunidades indígenas e
Manifestantes de comunidades indígenas e movimentos socioambientais saíram às ruas de Belém para exigir ações contra climas extremos durante a Cop30 (Reuters/Anderson Coelho)

A responsabilidade dos indígenas foi revelada após o incidente ocorrido no início da semana, quando as forças de segurança enfrentaram essas forças comunitárias para assumir o comando da segurança da área restrita das negociações. Benedito Huni Kuin, da cidade de mesmo nome no norte do Brasil, expressou sua preocupação com a matança ecológica que enfrentava e tinha certeza de que precisava de mais representação nas negociações.

Por sua vez, Naragagaass pureza da Costa, liderança indígena do rio Marajó, condenou a A invasão de capital estrangeiro e de empresas públicas em territórios ancestrais. Na chegada da marcha, a presença da polícia impediu a entrada dos manifestantes no centro de negociações, enquanto os grupos indígenas realizavam uma dança ritual e pintavam o espaço com embakas.

Manifestantes seguram cartazes juntos
Manifestantes seguram cartazes com o slogan “A resposta é” durante manifestação para exigir verdade e contenção para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém, Brasil.

No nível negocial, o Brasil começou a chegar a um consenso, mas atrasou o debate sobre as melhores questões, como o financiamento climático, a redução do financiamento e as barreiras comerciais. Segundo fontes diplomáticas questionadas AFPA posição continua “dividida”, e há vários países defendendo as suas prioridades e aguardando a chegada dos ministros para a segunda semana da reunião. O diploma ocidental, falando em instabilidade, descreveu as negociações como um verdadeiro “período médico”, que duvida da dificuldade de lidar com os interesses dos interesses.

(Com informações da AFP e EP)



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