Num grande desenvolvimento nas relações comerciais internacionais, a China e os Estados Unidos pareciam estar perto de um acordo, um mês após meses de aproveitamento das tensões proporcionadas pelo grupo. Após dois dias de conversações secretas em Kuala Lumpur, o vice-chanceler chinês anunciou que os dois países chegaram a “um consenso”. O discurso foi realizado à margem da cimeira da ASEAN, destacando a sua importância no contexto mais amplo da estabilidade económica e global.
A discussão incluiu altos funcionários de ambos os países, incluindo o secretário Scott Bessent e o representante comercial dos EUA. A sua vida caracteriza o diálogo como “candidato, profundo, profundo e construtivo”, indicando o potencial de uma relação que tem sido tensa pelo conflito. Os principais temas discutidos durante as negociações foram tarifas, controles de exportação, comércio agrícola e cooperação relacionada ao Fentanil, que se tornou uma questão premente em ambos os países.
Quando a reunião entre o Presidente dos EUA, Donald Trump, e o Presidente da China, Xi Jinping, foi marcada nos próximos dias, havia uma confiança cautelosa de que um acordo formal poderia ser alcançado. Num outro sinal de Trumplomatic, ele teve uma conversa produtiva com o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, e ambos os lados expressaram satisfação com a discussão. As autoridades brasileiras observaram que Trump estabeleceu um processo de negociações bilaterais focado na redução de tarifas, com o objetivo de reduzir as barreiras ao comércio bilateral.
O chanceler brasileiro, Mauro Vieira, transmitiu as negociações baseadas na suspensão de tarifas durante o processo de negociação, indicando o interesse do Brasil em estreitar os laços econômicos. À medida que o Brasil procura fortalecer os seus laços com os Estados Unidos, a Índia parece estar a escolher uma abordagem mais comedida, com a presença do primeiro-ministro Narendra Modi. Esta divisão de estratégias reflete a complexidade da dinâmica do comércio internacional e as prioridades dos diferentes países do mundo geopolítico.
De uma forma geral, a última discussão destaca o PIVOT do comércio comercial que pode restaurar a relação económica entre estas potências, com analistas que acreditam que passos concretos devem ser seguidos nestas discussões.















