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China suspende tarifa retaliatória sobre importações dos EUA, tarifa de soja permanece

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Pequim confirmou a suspensão das tarifas Valentiatórias sobre algumas importações dos EUA, incluindo vários produtos agrícolas, na sequência de discussões entre os líderes dos EUA e da China. Esta ação, no dia 10 de novembro, eliminará tarifas de até 15% sobre determinados produtos agrícolas. No entanto, a marca de 13% na soja dos EUA permanece intacta, apresentando um desafio contínuo para os agricultores dos EUA que pretendem exportar para a China.

Investidores de ambos os países saudaram os resultados da reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, que teve lugar na Coreia do Sul. Esta cooperação evitou a preocupação de que os dois países pudessem retirar-se das negociações destinadas a resolver o conflito em curso que afetou a cadeia de abastecimento global.

Os analistas apontam que a suspensão de algumas tarifas é um bom sinal de progresso entre os dois países, com o diretor do Trivium em Pequim a dizer que “isto mostra que está sob controlo”. Após a reunião, a soja dos EUA explodiu no nível mais alto desde junho de 20228, motivada pelo otimismo em relação às compras chinesas.

Apesar desta confiança, a tarifa permanente de 13% sobre a soja prejudica as exportações dos EUA, tornando os produtos norte-americanos menos competitivos em comparação com as alternativas brasileiras. Um representante de uma trading internacional manifestou dúvidas, dizendo: “Não esperamos que os pedidos da China voltem ao mercado dos EUA com esta mudança”, destacando o preço da soja brasileira.

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As importações recentes da China incluíram 20 itens do Brasil, já que o preço aguardava o comércio dos EUA. Com a tarifa, a diferença de preços entre os Estados Unidos e o Brasil continua significativa, um dólar para cada dólar, segundo analistas de commodities.

Olhando para o futuro, há estimativas do compromisso da China de comprar 12 mil milhões de dólares americanos de toneladas métricas de cabeça amarela até ao final de 2025, segundo a Casa Branca. No entanto, estes números ainda não foram confirmados por Pequim, deixando os comerciantes atentos a sinais de grandes compras.

O comprador estatal de cereais da China, Sinosograin, poderá ter de fornecer soja aos EUA para cumprir as obrigações oficiais de compra, apesar das tarifas. Os analistas expressam dúvidas sobre a falta dela, dado o cronograma apertado e a dinâmica de vendas existente.

Para agravar a situação, a soja brasileira para o embarque de dezembro foi levada hoje a um preço superior ao do vizinho americano, e o preço não é o mesmo que destaca o mundo competitivo.

Até 2024, a China será responsável por 20% dos SoyBoans dos Estados Unidos, uma diminuição significativa em relação aos Estados Unidos, 41% em 2016. Os analistas aproveitaram esta elevada redução de preços, resultando na perda de milhões de exportações para exportadores para os agricultores americanos.

Durante uma recente reunião com a delegação comercial americana, o representante comercial americano apontou que o declínio do comércio agrícola seria influenciado pelo grupo americano. Ele sorriu com a esperança de que uma situação favorável pudesse ser estabelecida.

Além do sector agrícola, o gabinete da China anunciou em Abril uma suspensão de um ano das tarifas sobre produtos norte-americanos. Indicaram também planos para remover ou suspender uma série de ações não negociáveis, incluindo controlos de exportação sobre algumas entidades dos EUA. Esta abordagem multilateral visa desenvolver um ambiente comercial mais eficiente entre os dois países.

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