Cinco ex-trabalhadores de um centro para menores migrantes que vivem num antigo hotel em Puerto de la Cruz e foram registados na terça-feira passada pela polícia das Ilhas Canárias estão sob investigação, disseram fontes do Ministério da Presidência, Justiça e Defesa.
Quatro deles foram presos na operação e já foram liberados.
A acção policial foi levada a cabo no âmbito da ‘Operação Cabila’, que se encontra sob regime secreto e liderada pelo Tribunal de Violência contra Crianças e Jovens de Las Palmas de Gran Canaria por alegada tortura.
O centro juvenil, com mais de uma centena de vagas, é um dos geridos pela ONG Quorum Social 77, um dos mais financiados pela comunidade autónoma para melhor gerir os recursos para os imigrantes, e já conseguiu o encerramento de duas instalações por ordem judicial, uma em Arinaga e outra em Santa Brígida, e o registo em Puerto del Rosario.
A ação judicial teve início em setembro de 2024 na sequência de uma denúncia apresentada pelo Ministério da Segurança Social do Governo das Ilhas Canárias.















