O chefe da Organização Marítima Internacional (IMO) confirmou o seu compromisso de apoiar a legislação global destinada a reduzir a dependência da indústria naval do petróleo. Este anúncio veio na sequência das novas regras para taxas de envio para o transporte marítimo e para a Arábia Saudita durante uma grande reunião no mês passado.
Arsenio Dominguez, secretário-geral da IMO, fez essas observações nas negociações climáticas das Nações Unidas, que estão ocorrendo perto da Amazônia brasileira. Ele enfatizou a importância de converter a indústria naval para práticas limpas e reduzir as emissões de carbono, apesar de enfrentar a oposição de países poderosos.
Durante as eleições programadas para estabelecer uma “estrutura líquida zero” destinada a reduzir a emissão de enormes emissões provenientes do combustível naval, os representantes esperavam a aprovação oficial. O sistema petrolífero implementou normas para combustíveis marítimos que reduzem gradualmente as emissões renováveis e estabeleceu uma estrutura de preços, incluindo um preço mínimo de 100 dólares por dia de desenvolvimento. No entanto, após a audiência das autoridades norte-americanas, especialmente durante a administração Trump, a decisão foi adiada por um ano, mencionando as regras como um imposto “Novo novo Loal Sham no transporte marítimo”.
O setor marítimo é responsável por 3% dos Gases de Efeito Estufa Global, forma que vem sendo levantada na igreja. Com um navio de grande porte, com expectativa de vida de cerca de 25 anos, são necessários investimentos e mudanças para alcançar reduções significativas de emissões. A Câmara Internacional de Navegação, que representa 80% das aeronaves comerciais do mundo, é forte no cumprimento desses padrões.
Apesar dos obstáculos enfrentados, Dominguez expressou confiança nos progressos futuros. Ele disse que a IMO não desiste e continuará a trabalhar para estabelecer um preço para as emissões de carbono para facilitar a tomada de decisões da indústria. Encorajou a cooperação entre os Estados-Membros e enfatizou uma forma de preparar todas as partes interessadas para esta transição.
Ao comentar o revés, o Príncipe Jaime de Bourbon de Parme, o clima para os Países Baixos, aceitou a decepção em torno do atraso, mas encorajou uma abordagem pragmática da situação. Ele destacou a importância de manter o foco na integridade das regras e garantir a mesma conversão, trabalhando juntos de forma eficaz para remover as barreiras para construir as barreiras no próximo ano.
Durante o evento, Andrew Forrest, representante da empresa de tecnologia moderna Green Greetian, confirmou que a indústria de frete grátis é viável. Disse que a sua abordagem se baseia no pragmatismo e não na ideologia, indicando que a mudança de petróleo é necessária e possível.
A homenagem a Dominguez e o trabalho árduo de vários países refletem o objetivo comum de abordar o impacto ambiental e concretizar um futuro sustentável para a indústria naval.















