Em 25 de janeiro de 2026, os candidatos presidenciais se reuniram na La Gran Consulta por Colombia. Dever públicoum grande evento onde responderam perguntas rápidas para mostrar sua visão do país.
No encontro, os nove candidatos presidenciais vão expressar as suas opiniões e responder aos anseios do povo relativamente aos passos a tomar no dia 8 de março de 2026, data em que um deles avançará para a primeira volta das eleições presidenciais, constará da chapa oficial e representará o centro-direita.
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Numa das dinâmicas finais os nove candidatos Vicky Dávila, Paloma Valencia, Juan Daniel Oviedo, Juan Carlos Pinzón, David Luna, Juan Manuel Galán, Mauricio Cárdenas, Enrique Peñalosa e Aníbal Gaviriativeram que responder rapidamente “sim” ou “não” às perguntas feitas, utilizando um quadro negro que lhes permitiu expressar suas opiniões imediatamente.
Uma das primeiras questões abordava o conflito entre Israel e a Palestina e, especificamente, se as ações militares de Israel podem ser consideradas genocídio. A resposta variou. Paloma Valencia, David Luna, Mauricio Cárdenas, Juan Carlos Pinzón e Enrique Peñalosa responderam negativamente, afirmando que o conflito, por maior que seja, não pode ser classificado como tal.
Por outro lado, Juan Daniel Oviedo e Aníbal Gaviria foram mais críticos, respondendo com verdade, o que gerou interesse entre os analistas, nomeadamente José Manuel Acevedo, Andrés Mompotes Lemos e Juan Lozano.
Em outros assuntos relacionados ao cenário internacionalos candidatos foram questionados antecipadamente sobre se concordariam com os Estados Unidos em governar temporariamente a Venezuela, após a prisão de Nicolás Maduro, o líder do regime, em um evento em 3 de janeiro de 2026.
Mais suportado. Paloma Valencia, Juan Daniel Oviedo, Mauricio Cárdenas, Juan Carlos Pinzón, Enrique Peñalosa e Vicky Dávila responderam honestamente, considerando que a intervenção dos Estados Unidos seria uma solução urgente para a crise política, social e humanitária que atravessa a Venezuela.
No entanto, Aníbal Gaviria e Juan Manuel Galán foram mais cautelosos, dizendo que a soberania da Venezuela deveria ser priorizada e a intervenção estrangeira não é a resposta certa. Nessa altura, Dávila avisou aos jornalistas que esperava que María Corina Machado chegasse ao poder.
Quando questionados se apoiariam a intervenção dos EUA no terreno na Colômbia para combater o tráfico de droga, todos os candidatos concordaram em rejeitá-la liminarmente. Nenhum dos candidatos manifestou abertura à ideia de permitir a entrada de tropas estrangeiras no país.
Todos admitiram que o que precisam é do apoio da inteligência dos Estados Unidos e de Donald Trump para combater o tráfico de drogas.
Uma das questões mais debatidas da noite foi a concessão de permissão para detonar bombas em áreas onde há suspeita de menores. Essa questão dividiu os candidatos.
Paloma Valencia, Mauricio Cárdenas, Enrique Peñalosa e Vicky Dávila não hesitaram em apoiar esta medida, defendemos que, no combate ao tráfico de droga, é impossível hesitar.
Por sua vez, David Luna, Juan Daniel Oviedo e Juan Carlos Pinzón opuseram-se a esta medida.
A pergunta final da noite foi talvez a mais reveladora, perguntando o que fariam os candidatos se não passassem ao segundo turno e as escolhas foram Abelardo de la Espriella e Iván Cepeda. A resposta da maioria é clara: todos apoiarão qualquer candidato que não seja “herdeiro do Petro”.
Paloma Valencia respondeu sem hesitar: “Apoiarei quem não for herdeiro do Petro. Juan Carlos Pinzón disse: “Meu voto é em pessoas que não são comunistas ou traficantes de drogas, e eu sei disso muito bem”.
Por outro lado, Juan Daniel Oviedo, Juan Manuel Galán e Enrique Peñalosa estão convencidos de que a coligação vencerá a consulta e não terão que enfrentar esta situação.

Já Aníbal Gaviria também manifestou que esta previsão não se concretizará, sendo claras as suas expectativas quanto aos resultados da consulta.















