O Congresso da República avança com o processo legislativo para repor o 14.º bónus para os professores do país, um adicional salarial anual que foi retirado em 2005 por decisão da legislatura da altura e, desde então, uma ação associada ao ex-presidente Álvaro Uribe Vélez, embora a atual direção tenha rejeitado o Centro Democrático.
A proposta passou metade do debate necessáriodesde a última terça-feira, 24 de março, foi aprovado na quinta sessão da Assembleia Nacional, que avançou na primeira comissão da empresa. Ressalte-se que, por se tratar de uma mudança na lei, é necessária a aprovação de oito debates para que ela se transforme em lei, portanto há – em consequência – mais três rodadas antes de sua aprovação.
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Esta ação criou grandes expectativas no legislativo, que enfrenta o último mandato do atual período (2022-2026) e a empolgação de mais de 160 mil professores aposentados. Desta forma, segundo os seus apoiantes, o A medida visa corrigir a lacuna histórica nos direitos laborais dos professores e surge como uma das inovações sociais mais importantes para o setor educacional nas últimas duas décadas.
A iniciativa conta com o apoio de forças políticas no Congresso, o que pode aumentar a possibilidade de aprovação final nos próximos meses. O deputado Alejandro Ocampo, um dos palestrantes, destacou a importância deste movimento e não hesitou em dizer que os passos dados naquele dia são históricos, pois aproximarão os professores daqueles que aguardam este prêmio.
“Professor, a Mesada 14 continua sua jornada. Acabámos de votar no quinto debate, cinco em oito, todos a favor. Quero agradecer a todos os partidos, a todos os parlamentares que apoiaram esta proposta, na qual temos estado a trabalhar”, disse esta deputada, que confirmou que este passo representa a reposição de direitos que foram batidos há mais de vinte anos.

Os 14 abonos funcionaram como complemento de remuneração para professores aposentadosigual ao recebido pelos servidores públicos, e sua eliminação em 2005 pela lei 01 afetou milhares de educadores que consolidaram suas pensões após aquela data. Este direito não era reconhecido até então para quem recebia pensão antes de 25 de julho de 2005 ou entre essa data e julho de 2011.
É por isso A reforma em curso visa unificar o tratamento dos professores oficiais, nacionais, nacionais e provinciaiscom o objectivo de equalizar a sua situação com outros regimes especiais. A deputada Susana Boreal também comemorou o progresso legislativo, dizendo que foi “um passo em frente na justiça social para a profissão docente e um reconhecimento da luta incansável do sindicato”.
Este projeto foi seguido por sindicatos de professores, como o Fecode. O apoio político, auxiliado pela mobilização social, fez com que a proposta se tornasse uma das prioridades do Congresso em termos de direitos trabalhistas, nesta última legislatura.
O processo jurídico ainda carece de aprovação nos restantes três debates da Assembleia Nacional antes de seu lançamento final. “Isso restaura o direito que Uribe lhes tirou, devolvendo 14 estipêndios aos pobres professores aposentados, que passaram a vida inteira educando este país”, disse Ocampo, que não perdeu a oportunidade de enfatizar sua zombaria de Uribe Vélez.















